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Mourão, Flávio Bolsonaro e Joice Hasselmann fizeram afagos ao presidente da Câmara depois que ele ameaçou sair da articulação pela Previdência
Após um novo mal-estar entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, dessa vez encabeçado por Rodrigo Maia, aliados do presidente Jair Bolsonaro trouxeram o extintor de incêndio para tentar apagar o fogo que ameaça tomar grandes proporções.
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, falou que compete ao governo lançar "pontes" e conversar com o presidente da Câmara.
O comentário foi feito em entrevista à Rádio Gaúcha, após Mourão ter sido confrontado com a informação de que Maia teria ficado irritado com publicação feita por um dos filhos do presidente da República, vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Mourão ressaltou que "rede social não tem a ver com a opinião do Executivo".
"Eu vi a respeito disso (publicação de Carlos) agora cedo, mas não vi o teor completo da mensagem. Mas, se por acaso o presidente Rodrigo ficou incomodado com isso, compete a nós do governo lançarmos as pontes e conversarmos com ele. Lembrar que rede social não tem nada a ver com a opinião que todos nós, do Executivo, temos sobre ele como presidente de uma das casas do Legislativo. Eu considero, particularmente, um apoiador incondicional das principais ideias que nós temos, e conto, assim como todos nós do governo, com o apoio dele", disse o presidente em exercício.
Na quinta-feira, Carlos publicou em sua conta no Instagram que Rodrigo Maia andava "nervoso", em virtude da declaração de Maia de que o ministro da Justiça, Sergio Moro, "conhece pouco de política" e que não é mais que um "funcionário do presidente Bolsonaro". Nesta sexta, Maia disse ao site BR18 que cabe ao governo conseguir os votos necessários para a aprovação da reforma da Previdência e que ele possui um papel "institucional".
Ao ser questionado se as falas dos filhos do presidente em redes sociais dificulta a vida do governo, Mourão afirmou que é uma "adaptação". "Eu não dou bola para rede social. Porque se for dar bola para rede social a gente não faz outra coisa. Temos de ter foco e nos concentrar em nosso trabalho. Buscar ter a resiliência necessária para implementar as reformas que o país precisa e olhar menos para essa questão de rede social."
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Sobre a atuação do governo em redes sociais, Mourão disse que entre os membros do "primeiro escalão" todos buscam manter uma posição "bem equilibrada" a respeito da reforma da Previdência. "Junto com o ministro Paulo Guedes, eu e ele, temos mantido esse foco (reforma da Previdência) em todos os lugares em que estamos falando sobre isso. Consideramos que é preciso ter a perseverança necessária e a paciência para levar esse assunto e convencer o conjunto, não só da população, como do parlamento, da necessidade dessa reforma. Agora é óbvio que, de vez em quando, ocorrem esses ruídos que causam algum estranhamento."
O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) também fez declarações favoráveis a Maia e escreveu em seu Twitter que o presidente da Câmara "é fundamental na articulação para aprovar a Nova Previdência e projetos de combate ao crime". Segundo o senador, que é filho do presidente Jair Bolsonaro, Maia "está engajado em fazer o Brasil dar certo!".
A deputada e líder do governo no Congresso Nacional, Joice Hasselmann (PSL-SP), se somou a Flávio Bolsonaro e Mourão nos elogios ao presidente da Câmara. Joice tratou de defender o político de "um movimento nas redes para colar em Rodrigo Maia a pecha de que ele é contra a Nova Previdência", o que, segundo a deputada, é uma campanha mentirosa.
De acordo com a deputada, Maia é um dos que "mais tem trabalhado" pela aprovação "logo" do "principal plano do governo", a reforma da Previdência. "Na prática, sem Maia, a coisa não vai e o Brasil empaca. Simples assim", escreveu a líder do governo.
*Com Estadão Conteúdo.
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