Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Boa notícia

Risco volta ao nível de quando país tinha selo de bom pagador

Além do avanço na reforma previdenciária, contribuiu para a redução do risco país o cenário de um mercado internacional mais calmo

Cristo Redentor, no Rio de Janeiro - Imagem: Shutterstock

Com a aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados e a previsão de que o texto passe em segundo turno sem dificuldades, a percepção de risco do investidor internacional sobre o Brasil caiu para o menor patamar em quase cinco anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Credit Default Swap (CDS) de cinco anos, espécie de termômetro do risco país, era negociado ontem em 128 pontos, patamar que não era registrado desde setembro de 2014 - quando o Brasil era classificado como grau de investimento pelas agências de rating.

Além do avanço na reforma previdenciária, contribuiu para a redução do risco país o cenário de um mercado internacional mais calmo, com a perspectiva de queda do juro nos Estados Unidos e na Europa.

A avaliação do mercado é que o risco de uma crise fiscal diminuiu, ao mesmo tempo em que reduziu a chance de haver uma fuga de recursos para os EUA - o que seria provável caso o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) elevasse os juros, como considerava fazer no início do ano.

"O cenário para os emergentes é melhor agora. O dólar não vai se apreciar tanto, o que ajuda esses países. E, uma vez aprovada a reforma, abre um caminho para outras coisas (reformas) andarem. Podemos começar um círculo virtuoso", disse o chefe de economia e estratégia do Bank of America Merrill Lynch no Brasil, David Beker.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o economista Leonardo Porto, do Citi, a aprovação da reforma da Previdência num momento de virada no ambiente externo pode colocar o Brasil numa posição privilegiada.

Leia Também

QR CODE DA DISCÓRDIA

Professora diz ser a inventora do Pix — e agora processa o Banco Central por suposta violação de direito autoral

NA PONTA DO LÁPIS

Aluguel de imóveis comerciais tem maior alta em 14 anos, mas rentabilidade ainda perde para os juros, mostra FipeZAP

Com a provável queda do juro americano, a liquidez mundial deve aumentar e os investidores terão de buscar alternativas. "Esse é o melhor dos mundos para os emergentes, especialmente para o Brasil", diz Porto.

Ele destaca que a reforma é importante para ancorar as expectativas das contas públicas, uma condição necessária para o crescimento. "Mas não é uma panaceia", destaca. Para convencer os investidores estrangeiros, o Brasil ainda precisa dar sinais de que outras agendas serão implementadas.

Já sabe quais os melhores investimentos até o fim do ano? Baixe de graça nosso eBook exclusivo com as melhores dicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O economista-chefe do Goldman Sachs para a América Latina, Alberto Ramos, ressalta, porém, que a aprovação da reforma em primeiro turno, com um número maior de votos do que o previsto, não garante que outros textos passarão com facilidade. "Foi feito um trabalho (de articulação política) pela Previdência. A base para outras reformas não está tão clara", diz.

Na lista de melhorias necessárias estão medidas para facilitar o ambiente de negócios, reduzir a burocracia e aumentar a produtividade. Tem ainda a reforma tributária, diz o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita.

Na avaliação dele, se o País conseguir dar andamento a essas mudanças, terá vantagem em relação aos demais emergentes. "Além da agenda de reformas do Brasil ser bem vista pelos estrangeiros, os desafios dos outros emergentes são mais intensos. Portanto, o País pode ser beneficiado."

A queda do CDS do Brasil tem sido uma das mais rápidas entre os emergentes. Em maio, o CDS brasileiro chegou a encostar em 200 pontos, em meio a ruídos entre o Planalto e o Congresso e ao estresse no mercado internacional com a tensão entre China e EUA. Há um ano, as taxas superaram 300 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando a Previdência começou a avançar no Congresso, em junho, as taxas passaram a cair rapidamente. O Brasil hoje tem CDS perto do México (115 pontos), país classificado como grau de investimento.

Mas a taxa brasileira ainda está alta em relação a outras economias, como o Chile (36 pontos) e Colômbia (84 pontos). A exceção é a Argentina, que em meio à crise econômica e tensão eleitoral, tem taxa perto de 900 pontos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Assinatura de parceria foi realizada durante evento que contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 22 de junho de 2026 - 15:38
will bank, liquidado pelo Banco Central. 22 de junho de 2026 - 14:36
Moedas empilhadas com miniaturas de casas em uma escala crescente representando os dividendos dos fundos imobiliários 21 de junho de 2026 - 15:26
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 21 de junho de 2026 - 10:00
Alerta da defesa civil no celular, chamando a atenção para "misantropia" 20 de junho de 2026 - 13:11
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan 19 de junho de 2026 - 19:15
Jogadores da Espanha em campo 19 de junho de 2026 - 15:41
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 19 de junho de 2026 - 13:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar