O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Estimativas apontam para uma economia que vai desde R$ 400 bilhões até de R$ 990 bilhões
A incerteza política tem dificultado as projeções feitas por bancos e consultorias sobre a economia que será gerada pela reforma da Previdência nos próximos dez anos.
Há desde estimativas que apontam para uma economia de R$ 400 bilhões - o que seria equivalente a apenas 32% do R$ 1,2 trilhão esperado pelo governo - até de R$ 990 bilhões (80%).
Mesmo dentro das instituições financeiras, o intervalo de aposta é grande, dada a dificuldade de se prever o que acabará ficando de fora do texto final.
O Itaú Unibanco, por exemplo, projeta economia de R$ 670 bilhões a R$ 990 bilhões. A aprovação da proposta no plenário da Câmara dos Deputados é esperada pelo banco para agosto. "A margem é grande por causa da incerteza", diz o economista da instituição Pedro Schneider.
Para Fabio Klein, economista da Tendências, há um empecilho extra, além da dificuldade de se prever o que sobrará do texto após a tramitação no Congresso: as projeções para vários indicadores econômicos, nos próximos dez anos.
A Tendências é uma das poucas a definir um número exato de economia esperada: R$ 640 bilhões. O viés, porém, é negativo.
Leia Também
"Quando a proposta foi apresentada, o viés era positivo, o texto era mais forte do que o proposto pelo governo Temer. Mas a coisa mudou rapidamente", diz ele.
"Nem uma semana depois da apresentação, o presidente Jair Bolsonaro já falou que poderia reduzir a idade mínima para mulheres se aposentarem."
Na quarta-feira, em ato pelo Dia do Trabalho em São Paulo, o presidente licenciado da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (SD), disse que busca articular com o Centrão uma desidratação da reforma previdenciária para impedir a reeleição de Bolsonaro.
Segundo ele, uma reforma com economia de R$ 800 bilhões favoreceria Bolsonaro ao garantir recursos para serem investidos nos próximos três anos. Paulinho da Força defendeu uma reforma de, no máximo, R$ 600 bilhões.
Um resultado como esse, no entanto, seria perigoso para o Brasil, segundo economistas. Para Tony Volpon, economista-chefe do UBS no Brasil, uma economia inferior a R$ 600 bilhões poderia significar uma trajetória explosiva na dívida brasileira.
"O governo já está esperando alguma desidratação, mas estamos sustentando que, no final, teremos uma reforma robusta", diz.
O economista Lucas Vilela, do Credit Suisse, também aposta em uma economia significativa, de R$ 750 bilhões.
"Ainda que perca força, uma reforma dessa teria economia maior do que a que estava em negociação no fim do governo Temer", afirma.
O primeiro texto apresentado pelo ex-presidente previa que o governo pouparia R$ 851 bilhões, em dez anos. Com as modificações que foram sendo acrescentadas, o valor no fim do ano passado era de R$ 553 bilhões.
O levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com 13 bancos e consultorias mostra que apenas dois deles (Itaú e Bradesco) acreditam na possibilidade de aprovação de uma reforma como a que Paulinho da Força pretende impedir.
Por outro lado, quatro casas consultadas - os bancos Citi, MUFG e BNP Paribas, além da consultoria política Eurasia - têm um número inferior aos R$ 600 bilhões citados pelo político.
Ainda de acordo com o levantamento feito pela reportagem, a MB Associados é a única a apostar na possibilidade de a reforma passar pelos deputados ainda neste primeiro semestre.
Apesar de não conseguir precisar as modificações que deverão aparecer na proposta aprovada pelo Congresso, a maioria dos bancos e consultorias concorda que a idade mínima, a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) - pago a idosos pobres - sofrerão mudanças importantes, reduzindo a economia.
*Com o jornal O Estado de S. Paulo.
Região concentra minerais-chave da transição energética e pode ganhar protagonismo na disputa entre EUA e China, dizem autoridades
Com bloqueio no Estreito de Ormuz, companhias aéreas cortam rotas e criam taxas extras diante da disparada do combustível
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer