🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Previsões do bilionário

Ray Dalio vê uma chance de 25% de que ocorra uma recessão nos Estados Unidos neste ano e no próximo 

Em sua defesa, ele disse que espera algo próximo de duas contrações consecutivas do PIB americano

Ray Dalio, gestor da Bridgewater
O megainvestidor Ray Dalio, diretor de investimentos da gestora Bridgewater. - Imagem: Bridgewater Associates / Reprodução

O bilionário e fundador do maior fundo de investimentos do mundo, Ray Dalio, é aquele tipo de pessoa que vale a pena acompanhar, especialmente quando o assunto é crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em sua última entrevista feita nesta semana para a Bloomberg TV, o gestor da Bridgewater Associates vê uma chance de 25% de que ocorra uma recessão nos Estados Unidos neste ano e no próximo.

Em sua defesa, ele disse que espera algo próximo de duas contrações consecutivas do PIB americano.

Mas não é só a retração que aflige. O gestor destacou ainda que os bancos centrais vão ficar cada vez mais sem capacidade de estimular a economia e os mercados.

Isso ocorre especialmente pelo fato de que muitos já reduziram bastante as taxas de juros e em alguns países ela está até mesmo negativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em sua fala, ele citou alguns exemplos. Disse que tanto o Banco Central norte-americano (FED), como o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco do Japão terão que aprender a lidar com os novos instrumentos de política monetária.

Leia Também

ATENÇÃO, FARIA LIMERS!

Bicicletas elétricas e patinetes terão limite de velocidade em São Paulo; entenda as novas regras

ECLIPSE LUNAR QUASE TOTAL

96% da Lua vai desaparecer na madrugada e fenômeno poderá ser visto em todo o Brasil; veja horários

"Tais bancos terão que enfrentar o fato de que quando a próxima recessão vier não haverá poder suficiente para reverter esse quadro da mesma forma que existia antes."

Mais cortes nos EUA

Em sua fala, ele recomendou que o FED faça mais cortes de forma lenta e sugeriu uma queda de 25 pontos-base.

Mesmo sem especificar se a tesourada já deve ser dada na próxima reunião que ocorre nos dias 17 e 18 deste mês, o investidor disse que o ideal é que ela não seja feita entre grandes janelas de tempo.

Segundo ele, a razão para o corte está ligada a uma confluência de fatores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre eles, há a falta de eficiência das políticas monetárias dos bancos centrais, o aumento do "buraco" existente entre ricos e pobres, a aproximação das eleições norte-americanas e as difíceis relações comerciais existentes entre Estados Unidos e China.

Política do FED

Apesar de ter adotado uma postura de cautela, o FED cortou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual para o intervalo de 2% a 2,25% ao ano na última reunião de julho.

Antes, o range era de 2,25% a 2,5%. Tal faixa perdurou desde o fim do ano passado. A decisão não foi unânime, com dois diretores votando pela manutenção.

Agora, o mercado volta a falar em novos cortes, especialmente após a divulgação dos dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos argumentos para a manutenção das taxas era o de que esse mercado estava forte e, assim, não seriam necessários mais estímulos à economia.

Ao todo, foram criados 130 mil novos postos de trabalho nos EUA no mês passado, resultado abaixo do previso pelos analistas, que projetavam uma criação de 150 mil novas vagas no período. A taxa de desemprego no país ficou inalterada, em 3,7%.

Com a palavra, Powell

Ao participar hoje (6) de um debate na Suíça, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, manteve a mensagem de que a autoridade monetária vai atuar de forma apropriada para sustentar o crescimento da economia americana.

Ele reafirmou que o cenário base do Fed é de crescimento moderado da economia, mercado de trabalho forte e inflação em direção à meta de 2% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao ser questionado se espera uma recessão no país, ele disse que esse não é o cenário mais provável para os EUA e para a economia mundial.

Para ele, as perspectivas são positivas com relação à economia porque o Fed conseguiu reduzir a expectativa com relação ao futuro das taxas de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Oscar 25 de agosto de 2026 - 10:18
Calendário BPC 2026 25 de agosto de 2026 - 5:08
china adia lançamento água na Lua (1) 24 de agosto de 2026 - 17:07
Casamento ente IA e humanos. 24 de agosto de 2026 - 16:15
simples nacional impostos pequenas empresas 24 de agosto de 2026 - 14:06
Notas de 20 e 50 reais sobre uma mesa preta e uma lâmpada em cima 24 de agosto de 2026 - 12:31
Empresário Vishal Garg 24 de agosto de 2026 - 12:30
castelo gótico Mark Zuckerberg 24 de agosto de 2026 - 10:29
Bilhetes da Mega-Sena e da +Milionária brincam de dança das cadeiras em clima de festa junina. 24 de agosto de 2026 - 6:44
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 24 de agosto de 2026 - 5:43
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 24 de agosto de 2026 - 5:06
trading day trade 23 de agosto de 2026 - 9:00
ETF GOLB11 ouro 22 de agosto de 2026 - 16:02
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar