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Equipe econômica de Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira as empresas que serão os novos alvos do governo nas privatizações do segundo semestre
Colocando um gás extra na série de privatizações prometida no começo do ano, o governo Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira uma lista de 12 empresas federais que pretende vender para a iniciativa privada. Tratam-se de companhias dos mais variados segmentos e que atuam em diversos Estados do país.
Mas quem de fato são essas companhias? Quais objetivos cada uma tem? Fiz um pente-fino nos negócios de cada empresa e trago os detalhes do que encontrei nessa lista.
De acordo com informações fornecidas pela própria empresa, a Emgea é uma companhia não financeira vinculada ao Ministério da Economia. Atua na gestão de ativos da União e suas respectivas entidades, incluindo bens e direitos públicos.
Entre as atividades desempenhadas pela empresa estão a administração de carteiras de operações de crédito (que podem ser imobiliário ou comercial), o suporte aos serviços de cobrança de créditos da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e o desenvolvimento de soluções financeiras para recuperação de crédito. O capital social da Emgea está totalmente integrado ao governo federal.
Fundada em 1694, é uma das empresas estatais mais antigas do governo brasileiro. A Casa da Moeda é responsável pela produção de papel moeda nacional e tem como objetivo garantir a segurança nos setores de circulação de dinheiro, meios de pagamento e controle fiscal. Em sua estrutura, possui capacidade para produzir cerda de 2,6 bilhões de cédulas e 4 bilhões de moeda por ano.
Sob gestão exclusiva da União e criada na forma de sociedade anônima, a ABGF é uma empresa que atua na administração de fundos garantidores. Parte do seu trabalho é prestar garantias às operações de riscos diluídos em setores que apresentam grande interesse econômico e social.
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A própria empresa classifica sua missão como uma contribuição para o dinamismo das exportações brasileiras, o financiamento de projetos de infraestrutura, a oferta de garantias e a gestão de fundos garantidores oficiais no Brasil.
Apesar de atuar no Estado de São Paulo, a Ceagesp é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério da Agricultura. Foi fundada em 1969 como fruto da fusão entre duas empresas do governo paulista: o Centro Estadual de Abastecimento (CEASA) e a Companhia de Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (CAGESP). É responsável pela gestão e abastecimento de produtos hortícolas nos diversos estabelecimentos comerciais de São Paulo. Em sua estrutura está a maior central de abastecimento de alimentos perecíveis da América Latina. Sua privatização já vem sendo debatida desde o fim da década de 1990, quando foi incluída no Programa Nacional de Desestatização em 1997. O projeto acabou não indo para frente e a companhia abandonou a lista em março de 2015.
Outra grande empresa de abastecimento na lista de privatizações do governo, a Ceasaminas foi fundada em 1971 e tem a função de coordenar o abastecimento de seis entrepostos espalhados pelo Estado mineiro. Trabalha com uma gama variada de produtos, que vão desde alimentos até industrializados como rações, fertilizantes, embalagens e produtos de higiene.
Outra empresa que atua em TI e está na lista do governo, a Dataprev trabalha na execução de políticas sociais do governo federal. Entre suas funções está a gestão do pagamento mensal de mais de 34 milhões de aposentadorias e a liberação do seguro-desemprego de trabalhadores, além do processamento de informações previdenciárias da Receita Federal. Além da Receita, atende órgãos como Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec), Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Prefeitura de São Paulo. Foi criada durante a Ditadura Militar, em 1974, e está vinculada ao Ministério da Economia.
Empresa pública federal fundada em 2008 pela gestão do então presidente Lula. Vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Ceitec atua na produção de semicondutores e nasceu com a missão de posicionar o Brasil como um país relevante no setor de microeletrônica.
Empresa que atua há 45 anos na área de telecomunicação, a Telebras é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Seu ramo de atuação é o fornecimento de bens e serviços de tecnologias de informação e comunicação. Nasceu com um foco claro: o desenvolvimento da infraestrutura tecnológica necessária para que a telecomunicação brasileira acompanhe os movimentos e inovações do exterior. Possui capital aberto na bolsa e é negociada sob o código TELB4.
Atuante no Brasil desde 1663, os Correios são uma empresa pública de direito privado vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Possui uma estrutura gigantesca em todo o país, estando presente em mais de 5.500 municípios. É responsável pelo envio e recebimento de cartas, encomendas e serviços financeiros.
Trata-se não de uma empresa propriamente dita, mas sim de uma modalidade de loteria em que o apostador fica sabendo na hora em que raspa o cartão se é ganhador de um prêmio. A venda da Lotex está em andamento desde setembro de 2016, quando a equipe econômica do então presidente Michel Temer incluiu o projeto no PND. A privatização encontra-se em fase de edital e o próximo passo é o leilão que, segundo o governo, deve ocorrer ainda neste ano.
Assim como a Codesa, a Codesp atua no segmento de administração portuária. É responsável pelo maior porto do país (Santos) e no acumulado do ano até junho já geriu o transporte de mais de 63 milhões de toneladas de produtos. Entre suas principais funções em Santos estão a pré-qualificação dos operadores portuários, a arrecadação de impostos sobre atividades nos terminais, a execução das obras de construção, reforma e ampliação das instalações portuária de uso comum e a segurança interna do porto.
Um dos representantes da turma da Tecnologia da Informação (TI), a Serpro atua no setor de desenvolvimento de soluções tecnológicas para dar suporte às ações estratégicas do governo. Apesar de a companhia ser líder no mercado de TI para o setor público, ela também atua em todos os Estados do Brasil para o setor privado.
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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