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Na mesma onda, empréstimos também devem voltar a ser motor para o lucro dos grandes bancos de varejo no país
A tão aguardada retomada econômica e a implementação das reformas estruturais, com destaque para a da Previdência, devem permitir ao crédito retomar o posto de protagonista da economia brasileira em 2019. De quebra, os empréstimos também devem voltar a ser motor para o lucro dos grandes bancos de varejo no País. Nos últimos anos, os ganhos do setor estiveram apoiados no menor gasto com calotes, após a onda de inadimplência que disparou as provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, e comprimiu a rentabilidade dessas instituições.
Com o maior apetite das instituições financeiras para emprestar, a expectativa do mercado é de que o crédito tenha forças para crescer dois dígitos já no próximo ano se, de fato, a retomada e as reformas vingarem. Para que a previsão se concretize, o ritmo de expansão do saldo de empréstimos no País tem mais que dobrar em 2019. No acumulado deste ano até novembro - melhor mês para o crédito desde 2014 -, o saldo aumentou 4,4%, alcançando R$ 3,2 trilhões, conforme dados divulgados na semana passada pelo Banco Central.
O presidente do Bradesco, Octávio de Lazari, defende que o governo emplaque as reformas necessárias já nos 100 primeiros dias de sua gestão. "Nossa expectativa está bastante positiva se, de fato, (o País) decolar. E a expectativa é que sim, pelos movimentos que estamos vendo. Se tudo isso se materializar, esperamos que o crescimento do crédito seja de, pelo menos, dois dígitos baixos", destacou o executivo, em entrevista exclusiva ao Estadão/ Broadcast.
A pessoa física deve continuar sendo destaque, mas os olhos do setor estão voltados à retomada por crédito da pessoa jurídica, que foi bastante afetada pela crise no País. Seja via empréstimos bancários tradicionais ou operações no mercado de capitais, há uma corrente de otimismo para que a carteira volte a crescer com mais vigor, impulsionada pelo retorno dos investimentos.
O presidente do Itaú BBA, Eduardo Vassimon, que vai passar o bastão este ano para Caio Ibrahim David, afirma que as empresas já tiraram os projetos da gaveta e as pastas "estão em cima da mesa". Agora, ressalta, estão todos de olho na reforma da Previdência. Segundo ele, se o ajuste na aposentadoria oficial não sair, o cenário traçado pode mudar, "mas o maior conhecimento da sociedade sobre o tema sustenta um otimismo quanto à aprovação da reforma". Do lado da pessoa física, além dos ramos que têm garantia atrelada e, portanto, são menos arriscados, como o consignado (com desconto em folha) e o imobiliário, outras carteiras que devem despontar, na opinião da analista da Eleven Financial Research, Tatiana Brant, são a de crédito pessoal e a de cartão. "O desempenho dessas carteiras pode afetar a margem financeira (de forma positiva) em volume, mas também em rentabilidade."
O avanço de linhas mais arriscadas não representa, entretanto, uma preocupação do lado da inadimplência, uma vez que os grandes bancos ajustaram seus modelos durante a crise devido à enxurrada de casos problemáticos no âmbito corporativo. A expectativa do mercado é de que o indicador permaneça estável no próximo ano nos grandes bancos, com possibilidades pontuais de melhoras.
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Com projeção para o crescimento do crédito de 9,4% em 2019, o BB Investimentos prevê um ambiente operacional positivo para os bancos, com os privados aumentando suas carteiras em um ritmo mais acelerado. "Os índices de inadimplência estão atingindo níveis historicamente mais baixos, enquanto os spreads mantêm sua tendência de queda. Esse ambiente de crédito favorável reforça a visão de que estamos no início do próximo ciclo virtuoso para o desempenho operacional dos bancos", ressalta o analista do BB Investimentos, Wesley Bernabé, em relatório.
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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