Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
previdência, novamente

A TV, Eduardo Bolsonaro diz que reforma deve ir ao plenário na metade do ano

Para o filho do presidente Jair Bolsonaro, a "maioria esmagadora" dos deputados do chamado Centrão que estão na comissão vai votar a favor da reforma, mas eles se declaram neutros porque querem negociar emendas parlamentares com o presidente

Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo Bolsonaro - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou ontem à noite que acredita que a reforma da Previdência deve ir ao plenário da Câmara "mais ou menos" na metade do ano, após passar pela comissão especial da Casa. A declaração foi dada em entrevista à jornalista Mariana Godoy, da RedeTV, que perguntou ao deputado sobre a expectativa de duração das discussões na comissão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, a "maioria esmagadora" dos deputados do chamado Centrão que estão na comissão vai votar a favor da reforma, mas eles se declaram neutros porque querem negociar emendas parlamentares com o presidente. "Isso é legítimo, é papel do deputado, não é toma-lá, dá-cá", disse. "Apesar de não terem dito que são a favor, estão muito tendentes a aprová-la", afirmou.

Eduardo disse também que será na comissão que vão ocorrer as demandas das categorias e as alterações na reforma. "É onde as coisas acontecem", emendou. Afirmou ainda que, pela informação que tem, o mínimo estabelecido pela equipe econômica para a economia fiscal gerada pela reforma em 10 anos é de R$ 1 trilhão, e não de R$ 800 bilhões, como chegou a dizer seu pai em café da manhã com jornalistas.

Eduardo negou ainda que o governo de Jair Bolsonaro vá se recusar a fazer negócios com a China ou com os países árabes. "Ninguém é maluco de fechar mercados para China ou países árabes. Jair Bolsonaro não fará isso", disse. Para ele, fazer negócios com os outros países não impede o governo brasileiro de fazer críticas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Assinatura de parceria foi realizada durante evento que contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 22 de junho de 2026 - 15:38
will bank, liquidado pelo Banco Central. 22 de junho de 2026 - 14:36
Moedas empilhadas com miniaturas de casas em uma escala crescente representando os dividendos dos fundos imobiliários 21 de junho de 2026 - 15:26
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 21 de junho de 2026 - 10:00
Alerta da defesa civil no celular, chamando a atenção para "misantropia" 20 de junho de 2026 - 13:11
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan 19 de junho de 2026 - 19:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar