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Ele reafirmou a intenção do governo de "disparar o canhão da privatização", e, sem dar detalhes, disse que "vem empresa grande por aí"

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que no segundo semestre deste ano o governo vai fechar o pacto federativo e aprovar no Congresso a reforma tributária - o que deve ajudar a destravar a economia.
Segundo o ministro, as igrejas, que não podem ser tributadas, mas gastam dinheiro para poder manter o governo informado das suas contas, é exemplo de manicômio tributário.
Ele reafirmou a intenção do governo de "disparar o canhão da privatização", e, sem dar detalhes, disse que "vem empresa grande por aí".
Guedes ainda disse que que o governo está acelerando as privatizações para conseguir manter os programas sociais. Ele afirmou ainda que a Petrobras também tem feito suas vendas para focar na extração do petróleo, que, segundo ele, foi deixado no fundo do mar e em alguns anos pode não valer mais nada.
"O petróleo está no fundo do mar, pode ser que daqui a 20 ou 30 anos o carro vai ser elétrico e o petróleo pode ficar sem valor. Então, estamos trabalhando a mil por hora para focar a Petrobras na extração do petróleo", afirmou Guedes.
Segundo Guedes, o Brasil foi perdendo a dinâmica de crescimento ao longo das últimas décadas. "Também não tem recuperação rápida. Mas vai dar certo, porque estamos fazendo o caminho inverso (ao dos governos anteriores)", discursou.
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Guedes criticou a política econômica de seus antecessores e afirmou que o principal responsável pela desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi o crescimento descontrolado de gastos públicos. "Nunca o combate foi frontal ao desarranjo, que eram os gastos públicos excessivos", diagnosticou o ministro.
*Com Estadão Conteúdo
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