O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para Guedes, defesa de reformas "não tem nada a ver com direita ou esquerda"

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira, 5, a empresários que é preciso fazer "já" a reforma da Previdência e que ela tem de ser potente. As declarações foram feitas no 18º Fórum Empresarial Lide, em Campos do Jordão.
Esta é a primeira vez que ele participa de evento no Estado de São Paulo desde que assumiu o cargo de ministro. Também é a primeira fala pública dele deste o bate-boca na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.
"Tem de atacar a reforma previdenciária já e tem de ser potente. E tem de mudar o regime", defendeu o ministro, em crítica ao regime de repartição previdenciária.
Para Guedes, diante do "diagnóstico inescapável", "não tem nada a ver com direita ou esquerda" a defesa das reformas.
O ministro criticou ainda o segmentos do setor empresarial que "acham que é melhor ir a Brasília fazer pedidos do que entrar na competição". "Quando eu falo de corrupção, eu não falo de política como um dos principais aspectos", ressaltou.
Guedes comentou o bate-boca que ele se envolveu na CCJ. Ao falar sobre o assunto, ele disse que "acontece". "Eu vou ter medo de perder a paciência, depois de 6, 7 horas de audiência, com quem me desrespeitou? Humores. Acontece", afirmou, arrancando palmas da plateia de empresários e políticos.
Leia Também
PAI DA INTERNET
PRÊMIOS ACUMULAM
FIM DAS OITAVAS
DIA MUNDIAL DO CHOCOLATE
ENTRETENIMENTO
ÁGUAS TRAIÇOEIRAS
AÇÃO DO MÊS
PRORROGAÇÃO
BRASIL SEGUE SEM GOLEAR
Conteúdo Empiricus
FIQUE POR DENTRO
BRIGA DE GIGANTES
TENTE NA PRÓXIMA
INVESTIMENTO ARRISCADO
AS MAIS LIDAS
A AGENDA DO INVESTIDOR
UMA NOVA ERA?
IMITANDO O TELEGRAM?
POLÍTICA MONETÁRIA
QUEM TRABALHA E QUEM FOLGA?