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Ministro fez novas críticas a transferências perversas de renda, afagou servidores e pediu ajuda do TCU com as contas dos governos estaduais
O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a criticar as transferências de renda perversas feitas pelo Estado brasileiro via Previdência, impostos e subsídios. Mas não se aprofundou sobre o tema.
Guedes fez uma breve participação em evento para o lançamento do “Painel de Viagens”, que busca racionalizar os gastos do governo com passagens aéreas e diárias.
O ministro começou o seu discurso dizendo que muita gente vem para Brasília pedindo coisas ao governo, mas ele tem adotado a postura de perguntar de volta, “o que eles podem dar para o Brasil”. Segundo Guedes, esses grupos que fazem demandas aqui na capital federal “quebraram o Brasil”.
Guedes voltou a fazer referência ao ex-presidente americano John Fitzgerald Kennedy que tem uma frase famosa que diz: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.
O ministro fez um aceno à plateia, composta basicamente de servidores públicos, dizendo que “nós somos servidores públicos, muito mais do que autoridades”, e que "olho vocês com especial simpatia". Depois soltou uma frase enigmática, dizendo que “tem gente que está acima e empurra a gente para um lado e para o outro e não são as melhores direções”.
Voltando a falar sobre as transferências de renda, Guedes falou que a transparência e eficiência da máquina pública permitirão que o Estado seja “fraterno”, fazendo transferências legítimas de renda. Segundo Guedes, o dinheiro não chega lá em baixo (municípios) se houver desperdícios aqui em Brasília.
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Cumprimentando o representante do Tribunal de Contas da União (TCU), Guedes pediu que o órgão empreste sua excelência para os Tribunais de Contas Estaduais (TCE), porque os “governos estaduais estouraram em visível falta de controle dos TCEs”.
Encerrando sua participação, falou: "Bom dia para todo mundo. Tamo junto!"
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