O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ministro da economia falou durante evento empresarial e fez afagos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também presentes
O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez nesta sexta-feira, 5, uma série de afagos à classe política em uma palestra no 18º Fórum Empresarial Lide, em Campos do Jordão.
"Tenho tido total apoio (da classe política). Primeiro, do presidente da República. Não é fácil para ele, ele teve toda uma outra carreira política, e está mostrando uma grandeza extraordinária", afirmou o ministro.
Ele reconheceu ainda que o presidente é um "homem intenso" e disse que há impaciência na classe política em relação a postura de Bolsonaro. "Todos temos defeitos. Mas vamos ver as virtudes", afirmou.
Sobre a articulação política para a reforma da Previdência, Guedes defendeu que, "mesmo que haja dúvida sobre aproximação, é inescapável".
Ele também fez afagos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), presentes no evento. Sobre Maia, Guedes disse que ele tem dado "apoio total". "Ele entende, é experiente, apesar de jovem", afirmou.
Sobre Doria, ele disse que o tucano é "liderança atuante, construtiva". "Ele faz reuniões, pensa no futuro", afirmou.
Leia Também
Durante o evento com empresários, Guedes ainda disse que lema interno dele na equipe é "sem recuo e sem rendição". "Se abrir a porta um pouco, avançamos. Avança e para, mas sem recuo", comentou.
O ministro falou também que a relação dele com a classe política é boa, embora haja uma minoria barulhenta, em mais uma referência ao bate-boca que ocorreu na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, na quarta-feira.
Para Guedes, o governo de Jair Bolsonaro agiu com presteza, ao propor o pacote anticrime e a reforma da Previdência em 60 dias de novo Congresso, que tomou posse em 1º de fevereiro.
Para ele, ainda que exista o discurso da antipolítica, há no Congresso a "boa política e ela quer agir". "Não há gente querendo roubar, pedir dinheiro. É que pontes ainda não estão consolidadas", comentou.
Guedes, reconheceu que as mudanças propostas pelo governo no Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm "enorme chance de cair" no Congresso.
Em sua fala, o ministro defendeu ainda a implementação de um regime de capitalização e disse que os dados usados pela oposição na CCJ em relação ao Chile "são falsos".
O ministro da Economia voltou a criticar a "fábrica de desigualdades" da Previdência brasileira e disse que a obrigação dele é "correr até o fim" pelas mudanças nas aposentadorias. "Mas entenderei se for derrotado", disse.
O ministro da Economia disse ainda que, "se tirar algumas coisas", a reforma da Previdência ainda pode ter potência fiscal.
Se não houver reforma com potência fiscal suficiente, Guedes disse que não terá a irresponsabilidade de lançar um novo regime, em referência à proposta de criar um sistema de capitalização.
Guedes também voltou a criticar o direcionamento de recursos ao Sistema S. Ele ressaltou que não há mais "recursos para fazer por vias indiretas", anda que tenha reconhecido a importância do sistema para a melhora educacional brasileira.
"Você destrói milhões de emprego e faz afago à sociedade oferecendo treinamento a milhares", criticou Guedes. "Não pode haver financiamento perverso. O encargo trabalhista é desumano, uma arma de destruição de emprego", afirmou, arrancando aplausos da plateia de empresários e políticos no 18º Fórum Empresarial Lide.
O "posto Ipiranga" de Bolsonaro também comentou em sua fala que se o governo vender 20% ou 30% das estatais, "está ótimo".
"Eu estou absolutamente seguro e confortável que vamos fazer isso (fiscal e privatizações)", comentou.
Guedes ressaltou ainda que o governo está dando os primeiros passos no sentido da reforma tributária.
O ministro da Economia afirmou também que vai divulgar em 30 dias um pacote de medidas emergenciais aos governos estaduais.
"Vamos soltar em 30 das um pacote de medidas para ajudar esta turma boa", comentou, fazendo uma referência posterior ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM). "O Caiado está com um canudinho tentando sobreviver. Espera que a cavalaria está chegando."
Guedes brincou ainda que é uma "cena ridícula" ver um governador pedindo recursos à União. Ele disse ainda que a intenção é utilizar os recursos do pré-sal para favorecer Estados e municípios.
O ministro defendeu ainda que a reforma da Previdência é o primeiro passo para uma mudança no pacto federativo.
Ao comentar sobre políticas sociais, Guedes elogiou os programas de transferência de renda ampliados no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A esquerda mostrou que atender às necessidades de pobres era mais barato", disse.
*Com Estadão Conteúdo
A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos