O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Operações do Grupo Odebrecht devem sofrer não só com o cenário internacional, mas também com problemas específicos no Brasil e no México
O fim oficial das negociações entre a holandesa LyondellBasell para compra da Braskem pode comprometer o projeto de recuperação do Grupo Odebrecht, um dos pivôs da Operação Lava Jato. Negociado há quase dois anos, o acordo poderia dar fôlego ao conglomerado em um momento no qual todos seus outros negócios enfrentam dificuldades.
Na semana passada, a Atvos (antiga Odebrecht Ambiental) entrou em recuperação judicial. Espera-se que, sem o alívio que seria trazido com a Braskem, a Odebrecht Realizações (do setor imobiliário) e a holding sigam o mesmo caminho. Hoje, apurou o Estado, a pressão dos credores vai além da Caixa e do Banco do Brasil.
Os ataques, definiu uma fonte, vêm de vários lados. Por isso, a empresa já está com o processo de recuperação judicial elaborado para ser protocolado caso a pressão dos credores pela execução de garantias não possa ser contornada. A recuperação garante seis meses de prazo para a empresa reorganizar seus débitos.
O cenário atingiu em cheio as ações da petroquímica brasileira: com retração de 17%, o papel liderou as quedas do Ibovespa - principal índice da Bolsa paulista -, encerrando o dia cotado a R$ 34,15.
O negócio enfrentava desafios havia meses, com problemas socioambientais relacionados à extração de sal-gema, em Alagoas, com a deslistagem na bolsa americana e a piora dos preços dos derivados do petróleo no mercado internacional. A recuperação judicial da Atvos, na semana passada, expôs ainda mais as dificuldades da Odebrecht, colaborando para a Lyondell sair de cena.
Nesse momento, a Odebrecht enfrenta uma "tempestade perfeita", na visão de uma fonte de mercado. Uma pessoa próxima ao grupo diz que a empresa cometeu erros durante o processo de negociação com os holandeses, mostrando-se muito ávida para fechar negócio.
Leia Também
Outra fonte próxima ao assunto diz que a companhia poderia ter iniciado as negociações com outras petroquímicas globais, em vez de se agarrar à Lyondell como tábua de salvação. A demora acabou por inviabilizar o negócio. "Isso compromete mais a Odebrecht do que a Braskem, que é uma empresa viável e tem condições de superar a crise", definiu outra fonte ligada ao caso.
Ações. Segundo a Nord Research, sem a venda Braskem, os bancos podem ser mais agressivos em tomar as ações da petroquímica da Odebrecht, que foram dadas como garantia pelo grupo que está endividado. "A venda vem sendo negociada há anos e servia como uma baliza de preços para as ações", diz a Nord, em relatório.
Segundo a empresa, chegou-se a falar de que, no processo de venda, a Braskem pudesse ser avaliada em até R$ 72 por ação, valor que agora "é um sonho distante". Ontem, o principal papel da Braskem fechou o dia valendo menos da metade disso.
Para o Santander, o efeito positivo gerado pelo interesse da Lyondell agora deixa de existir - e a empresa passa a ser avaliada pelo resultado que é capaz de gerar. O banco afirma, porém, que o momento é desafiador. As operações devem sofrer não só com o cenário internacional, mas também com problemas específicos no Brasil e no México, duas economias que enfrentam enfraquecimento nas perspectivas de crescimento.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover
A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen