O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pioneiro na legalização do comércio da erva, estado americano comemora cifra e quer atrair empresas para expandir e lucrar ainda mais com o setor
Enquanto o julgamento da descriminalização do porte de maconha para uso pessoal no Brasil caminha a passos de formiga no STF (Supremo Tribunal Federal), o poder público de outras regiões do planeta já colhe alguns frutos para lá de suculentos da erva legalizada.
É o caso do Colorado, primeiro estado americano a legalizar o comércio de cannabis para uso recreativo. Nesta semana, o departamento de receita do estado anunciou que, desde que as vendas da erva tiveram início, em 2014, foram recolhidos nada menos que US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 3,9 bilhões) em taxas, licenças e outros impostos.
A cifra, mais simbólica que qualquer outra coisa, representa apenas uma pequena amostra do ecossistema criado em torno da droga no estado. No mesmo período, a indústria local já embolsou US$ 6,5 bilhões em receitas. Até o momento, há 2,9 mil empresas licenciadas e pelo menos 40 mil empregos no setor.
O assunto, que deixou de ser tabu por lá há muito tempo, não apenas caiu na normalidade como também se tornou uma vitrine para as autoridades, que veem aí uma grande oportunidade de arrecadação.
“O relatório de hoje continua a mostrar que a indústria de cannabis está prosperando, mas não podemos descansar sobre os louros. Nós podemos e devemos fazer melhor frente à crescente competitividade nacional. Nós queremos que Colorado seja o melhor estado para investimento, inovação e desenvolvimento para esse crescente setor da economia”, afirmou o governador Jared Polis ao comentar os resultados.
A preocupação do democrata com a concorrência não vem à toa. No mês passado, Illinois tornou-se o décimo primeiro estado americano a aprovar uma lei legalizando o uso recreativo da erva. E a lista segue aumentando.
Leia Também
Embora a maconha não seja liberada em nível nacional, estima-se que os empresários do setor tenham pago US$ 2,8 bilhões em impostos pela erva somente em 2018. Até 2020, 300 mil pessoas devem trabalhar na indústria só nos Estados Unidos. Os dados são da New Frontier Data, empresa especializada em coleta de dados sobre a cannabis.
Cada vez mais, o conservadorismo dos estados é colocado em xeque diante das oportunidades políticas e econômicas da erva.
Se você tem interesse no setor, você pode baixar de graça "O Novo Barato de Wall Street", nosso eBook completo sobre o assunto. Basta clicar aqui.
As receitas do Colorado com a erva não são usadas apenas para fiscalização e fortalecimento da indústria, mas também para iniciativas como construções de escolas públicas, prevenção ao uso de drogas por crianças e adolescentes, combate à criminalidade e programas de saúde mental.
Quando a erva começou a ser vendida, há cinco anos, também foi fundado um comitê científico para avaliar os efeitos da maconha na saúde da população.
“Hoje, mais adultos sabem das leis do comércio de maconha, mais pais planejam conversar com os filhos sobre os riscos do uso, e a maioria das mulheres jovens sabem do perigo do uso da maconha durante a gravidez e a amamentação”, afirma Tista Ghosh, médica-chefe do departamento de Saúde Pública e Meio Ambiente do Colorado.
E você, acha que o Brasil ainda vai mergulhar um dia neste imenso mercado? Deixe seus comentários abaixo!
Em 2025, a União Europeia foi o terceiro maior destino da carne bovina brasileira, atrás da China e dos Estados Unidos
A revogação do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidado de “taxa das blusinhas”, abriu uma nova disputa entre indústria, varejo nacional e plataformas estrangeiras, com alertas sobre concorrência desigual, empregos e impacto na arrecadação
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na terça-feira (12). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (13), +Milionária pode pagar R$ 41 milhões.
Seleção brasileira fará amistosos contra Panamá e Egito antes da estreia na Copa do Mundo, em 13 de junho, contra o Marrocos; convocação final do Brasil sai em 18 de maio.
Após pressão popular e desgaste político, governo recua da cobrança criada em 2024 para encomendas do exterior; compras internacionais de até US$ 50 ficam isentas
Conhecido como o “banco central dos bancos centrais”, o BIS anunciou nesta terça-feira (12) o nome escolhido para o cargo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de segunda-feira (11). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (12), a Quina e a Timemania dividem as atenções com a Mega-Sena.
A realidade falou mais alto do que as vantagens de manter o Koru, megaiate que se transformou em uma dor de cabeça para Jeff Bezos
Com a bilheteria mundial de O Diabo Veste Prada 2, Miranda Priestly poderá usar Prada até de pijama se quiser
Decisão do STJ vai alterar o funcionamento de aluguéis de curto prazo em condomínios; Airbnb divulga nota
Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência
A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível