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Destaque ficou com o cheque especial, cuja taxa passou de 318,7% ao ano para 306,9% ao ano de julho para agosto

A taxa média de juros no crédito livre caiu de 38,0% ao ano em julho para 37,9% ao ano em agosto, informou nesta quarta-feira, 25, o Banco Central.
Em agosto de 2018, essa taxa estava no mesmo patamar, de 37,9% ao ano. Para pessoa física, a taxa média de juros no crédito livre passou de 52,2% para 52,1% ao ano de julho para agosto, enquanto para pessoa jurídica foi de 19,1% para 18,9% ao ano.
Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa passou de 318,7% ao ano para 306,9% ao ano de julho para agosto. No crédito pessoal, a taxa passou de 43,9% para 43,1% ao ano.
Desde julho do ano passado, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200.
A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) era de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelerasse a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor. Em junho de 2018, antes do início da nova dinâmica, a taxa do cheque especial estava em 304,9% ao ano.
Os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 20,3% ao ano em julho para 20,1% em agosto.
A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 25,0% ao ano em julho para 25,1% ao ano em agosto. Em agosto de 2018, estava em 24,3%.
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O spread bancário médio no crédito livre se manteve estável em 31,6 pontos porcentuais em agosto ante julho, enquanto o spread médio da pessoa física no crédito livre foi de 45,7 pontos porcentuais para 45,6 pontos porcentuais no período. Para pessoa jurídica, o spread médio caiu de 13,0 para 12,8 pontos porcentuais.
Já o médio do crédito direcionado, ao contrário, subiu de 4,0 pontos porcentuais para 4,5 pontos porcentuais na passagem de julho para agosto. O spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 19,7 pontos porcentuais para 19,8 pontos porcentuais no período.
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou em 44,5% em julho, ante 44,3% em junho, informou o BC. Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 25,7% em julho, ante 25,6% em junho.
O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do IBGE.
Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu 20,6% em julho, ante 20,5% em junho. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 18,3% em julho, ante 18,2% em junho.
*Com Estadão Conteúdo
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