O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para pessoas físicas, a taxa média de juro caiu em janeiro para 6,75% ao mês, de 6,79% em dezembro do ano passado

Empresas e consumidores que contraíram alguma modalidade de crédito em janeiro já conseguiram taxas médias de juro 0,84% e 0,59%, respectivamente, mais baratas que as médias praticadas em dezembro. É o que aponta pesquisa feita pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) no mês passado divulgada nesta segunda-feira (11).
A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma redução de 3,57% em dezembro para 3,54% no mês passado, uma ligeira queda de 0,03 ponto porcentual no mês, correspondente ao recuo de 0,84%, já citado. Em 12 meses, o recuo da taxa de juro cobrada das empresas acumula queda de 1,01%.
Com a queda do juro para as empresas em janeiro, a taxa anual ficou em 51,81%, a menor já registrada desde novembro de 2014, segundo o levantamento da Anefac. Para o consumidor, a taxa média de juro caiu em janeiro para 6,75% ao mês, de 6,79% em dezembro do ano passado, um recuo de 0,04 ponto porcentual correspondente a uma queda de 0,59%. A taxa média de juro para pessoa física anual fechou em janeiro em 118,99%, a menor desde março de 2015.
Para o diretor-executivo de estudos e pesquisas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, essa redução pode ser atribuída à melhora do cenário econômico com crescimento da economia, o que reduz o risco da inadimplência. Também considera as taxas de juros e spreads em patamares elevados, possibilitando redução das mesmas mesmo com a manutenção da Selic.
Oliveira acredita que para os próximos meses a tendência é que as taxas de juros continuem sendo reduzidas, levando em consideração a melhora do cenário econômico com menor risco de crédito e o fato das atuais taxas de juros das operações de crédito estar elevadas.
"Mas, frente às incertezas econômicas que vêm pressionando a cotação do dólar, há risco de as taxas de juros voltarem a ser elevadas nos próximos meses", explica Oliveira. Ele se refere a fatores externos como o quadro econômico em algumas economias emergentes, elevação dos juros americanos, a guerra comercial entre EUA e China, e o Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, entre outros.
Leia Também
Considerando todas as elevações e reduções da taxa básica de juros (Selic) desde março de 2013, ocorreu no período uma redução da Selic de 0,75 ponto porcentual (ou 10,34%), de 7,25% ao ano em março de 2013 para 6,50% ao ano em janeiro deste ano.
Neste período, a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma elevação de 31,02 pontos porcentuais, ou 35,26%, de 87,97% ao ano em março de 2013 para 118,99% ao ano em janeiro de 2019.
Nas operações de crédito para pessoa jurídica, houve uma elevação de 8,23 pontos porcentuais, ou 18,88%, de 43,58% ao ano em março de 2013 para 51,81% ao ano em janeiro último.
GOLAÇO PARA O VAREJO
BENEFÍCIOS
NEYMAR, VINI JR, ENDRICK...
BOLETIM FOCUS
DEU DIVÓRCIO
EM GRANDE ESTILO
FRASE DO DIA
TRANSFERÊNCIA DE RENDA
FÔLEGO PARA PJ
VANTAGEM ASIÁTICA?
DESENROLA 2.0
RUÍDO POLÍTICO
CONHEÇA AS FAVORITAS DE ESG
IGUALDADE DE GÊNERO
PROPINA BILIONÁRIA
RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA
OPERAÇÃO SEM REFINO
NÃO TEVE PARA MAIS NINGUÉM
CRAQUE ALÉM DAS 4 LINHAS?