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O juro do rotativo é uma das taxas mais elevadas entre as avaliadas pelo BC; dados foram divulgados nesta quarta-feira, 26
O juro médio total cobrado no rotativo do cartão de crédito subiu 1,2% de abril para maio, segundo o Banco Central. Com isso, a taxa passou de 298,6% para 299,8% ao ano. O juro do rotativo é uma das taxas mais elevadas entre as avaliadas pelo BC.
Dentro desta rubrica, a taxa da modalidade rotativo regular passou de 278,0% para 279,9% ao ano de abril para maio. Neste caso, são consideradas as operações com cartão rotativo em que houve o pagamento mínimo da fatura.
A taxa de juros da modalidade rotativo não regular passou de 313,6% para 314,0% ao ano. O rotativo não regular inclui as operações nas quais o pagamento mínimo da fatura não foi realizado.
No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro passou de 170,8% para 174,1% ao ano. Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, a taxa passou de 65,4% para 66,0% de abril para maio.
Em abril de 2017, começou a valer a regra que obriga os bancos a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado, a juros mais baixos.
A intenção do governo com a nova regra era permitir que a taxa de juros para o rotativo do cartão de crédito recuasse, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado.
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O BC ainda informou nesta quarta-feira que estoque total de operações de crédito do sistema financeiro subiu 0,6% em maio ante abril, para R$ 3,287 trilhões. Em 12 meses, houve alta de 5,5%. Em maio ante abril, houve elevação de 0,9% no estoque para pessoas físicas e alta de 0,1% para pessoas jurídicas.
De acordo com o BC, o estoque de crédito livre avançou 1,4% em maio, enquanto o de crédito direcionado apresentou baixa de 0,5%. No crédito livre, houve alta de 1,6% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 1,2% no período.
O BC informou ainda que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 47,1% para 47,2% na passagem de abril para maio.
As projeções do BC, atualizadas no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de março, indicam expansão de 7,2% para o crédito total em 2019. A projeção para o crédito livre este ano é de alta de 12,5%, enquanto a expectativa para o crédito direcionado é de alta de 0,8%. Estes porcentuais serão atualizados na quinta-feira, 27, quando será publicada nova edição do RTI.
O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 0,5% em maio ante abril, totalizando R$ 610,790 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses até maio, o crédito para habitação no segmento pessoa física subiu 5,3%.
Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física avançou 1,4% em maio ante abril, para R$ 181,634 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 15,8%.
O saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária subiu 1,1% em maio, para R$ 24,560 bilhões, informou o Banco Central.
Já o saldo para a indústria cedeu 0,6%, para R$ 627,768 bilhões. O montante para o setor de serviços teve baixa de 0,2%, para R$ 744,845 bilhões.
No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 30,7%, aos R$ 27,551 bilhões.
O saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas recuou 1,0% em maio ante abril, somando R$ 423,436 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 8,4%.
Em maio, houve recuo de 0,2% nas linhas de financiamento agroindustrial, baixa de 1,0% no financiamento de investimentos e queda de 1,6% no saldo de capital de giro.
O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, avaliou que a alta no saldo de crédito total em maio representa um retorno à trajetória de crescimento. Ele lembrou que, em abril, houve um recuo (de 0,01%) em relação a março, mas que isso ocorreu por fatores sazonais.
De acordo com Rocha, o movimento de alta é mais acentuado no crédito livre, que tem puxado o crescimento do estoque total. Em maio, o saldo de crédito livre cresceu 1,4%.
Já o crédito direcionado - aquele com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da poupança - registrou baixa de 0,5% do saldo em maio. "O crédito direcionado ainda apresenta taxas decrescentes no saldo", pontuou Rocha.
Rocha destacou também que existe um movimento de migração de parte do crédito direcionado para o mercado de capitais. Na prática, as empresas estão diminuindo as operações de crédito tradicionais, com recursos direcionados (principalmente BNDES), e buscando alternativas de financiamento no mercado.
Este fenômeno já vem sendo destacado pelo BC há alguns meses, em meio ao processo de redução da participação do BNDES no crédito. Em maio, conforme os dados do BC, o crédito direcionado total sofreu retração de 0,5% em relação a abril. No caso específico das empresas, o recuo foi de 1,3%. O crédito do BNDES para empresas recuou 1,0% no mês passado.
Em contrapartida, o saldo de crédito ampliado para empresas e famílias subiu 1,4% no mês passado. Este saldo incorpora não apenas empréstimos e financiamentos, mas também títulos de dívidas (como debêntures) e dívida externa (como títulos emitidos em outros países). Em 12 meses, a expansão está em 12,5%.
O chefe do Departamento de Estatísticas do BC pontuou ainda que, em maio, as concessões dessazonalizadas nas operações de crédito subiram 2,2% em relação a maio. O porcentual corresponde ao crédito total (crédito livre e direcionado) e passou por ajuste por número de dias úteis, para permitir a comparação mensal.
No caso específico do crédito livre (operações sem recursos do BNDES e da poupança), as concessões dessazonalizadas cresceram 1,5% em maio.
Ao avaliar os números, Rocha pontuou que o mercado de crédito vem crescendo e que este avanço "parece estar sendo mais rápido este ano". "Isso é algo bom para a dinâmica da economia", acrescentou.
Sobre o capital de giro, o diretor disse que o saldo dessas operações tem crescido em linha com o total do crédito livre para empresas. Em maio, houve avanço de 1,2% no saldo de crédito de capital de giro com recursos livres. Este foi o mesmo porcentual da alta do saldo de crédito total com recursos livres para empresas (o que considera todas as operações, e não apenas giro).
Rocha destacou ainda, durante apresentação das Estatísticas de Crédito, o avanço em maio do saldo nas operações para empresas de desconto de duplicatas e recebíveis (2,4%) e antecipação de faturas de cartão (2,1%). "Em parte, a alta em maio foi um retorno do efeito sazonal do mês passado, quando normalmente existe uma queda", disse Rocha. A queda está relacionada ao início de trimestre em abril.
O diretor do BC avaliou também que uma curva de juros "menos inclinada" no mercado de contratos futuros é uma informação positiva para o mercado de crédito. Em 2018, a curva de juros passou por inclinações maiores em função de fenômenos como a greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio.
Neste ano, a curva se mostra menos inclinada. Questionado sobre o efeito disso no mercado de crédito, Rocha avaliou o cenário positivamente.
"Uma curva de juros menos inclinada, que preveja juros mais baixos, não apenas no curto prazo, mas em toda a curva, é informação positiva, que pode se traduzir em estímulo e demanda por crédito", analisou ele. "O crédito tem uma série de determinantes. Um deles é o custo. O custo mais barato, a partir de curva menos inclinada, pode fazer com que novas pessoas e empresas busquem crédito", acrescentou.
*Com Estadão Conteúdo.
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