O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Jair Bolsonaro fala além da conta e mostra a falta de sintonia do governo em torno do seu tema fundamental
Em conversa com jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro falou que a idade mínima de 62 anos para as mulheres, proposta na reforma da Previdência, é um ponto passível de mudança, segundo nos relata o “Valor Econômico”. A fala não caiu bem no mercado e denota que ainda falta uma estratégia e coordenação para tratar do tema no governo.
Eventuais modificações na proposta encaminhada ao Congresso não são problema, a questão é quem fala sobre elas, e as declarações de Bolsonaro destoam completamente dos acenos que vinham sendo dados por outros membros de seu governo.
Ontem, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, defendeu o texto original, falando que a economia de R$ 1 trilhão era uma “cláusula pétrea” e “inegociável”, postura que fez coro com o já dito pelo ministro da Econômica, Paulo Guedes.
A fala do presidente, que foi até o Congresso levar sua proposta, também bate de frente com o dito pelo secretário Especial da Previdência, Rogério Marinho, de que o Congresso deve aperfeiçoar a reforma, “mas o projeto que o governo defende é o que ele mandou”.
Não é segredo que as propostas enviadas pelo Executivo ao Legislativo sempre têm uma “gordura” para ser “queimada” no trâmite legislativo. Falei da possibilidade de redução das idades de mulheres para 60 anos e homens para 62 faz duas semanas, contra os originais 62/65.
Podemos até ponderar que o presidente tentou fazer um aceno de boa vontade para negociações. Mas essa “dieta” é um trabalho a ser feito pelos parlamentares, notadamente os da oposição.
Leia Também
Não pega bem o chefe do Executivo ficar apontando as “gorduras” do seu próprio projeto. Ele perde alavancagem política e também deixa de ter para quem “apontar o dedo” caso a proposta seja muito desidratada.
Como me disse um amigo com experiência nos bastidores de Brasília: “Idade mínima é o mínimo. Nem tem conversa. Não tem estratégia de nada, parece. Bolsonaro não tem que mudar nada. Deixe os caras discutirem. Assim, enfraquece o Guedes”.
Ilustrando que em política o máximo que conseguimos ver são “fotografias”, mas nunca o “filme” dos acontecimentos, escrevi, no domingo, que até aquele momento a reforma caminhava melhor que o esperado. Mas que o bom entendimento entre Bolsonaro e Guedes tinha de persistir, pois estávamos entrando na delicada fase de barganha política, interesses contrariados e “fake news”.
O jogo político começou nesta semana, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) fazendo um alerta e um pedido para o presidente. Vimos que deste então a movimentação política se acentuou, com reuniões de líderes políticos e encontros com bancadas.
Bolsonaro também se comprometeu a atuar nas redes sociais e “defender” a proposta, mas parece que faltou combinar uma estratégia com o resto do time. Melhor que tivesse continuado "menos atuante". Ou como falou um outro bem-humorado conhecido: “Até quarta de cinzas não sobra nada da Previdência”.
Apesar do receio com os juros altos e custos de insumos, a maioria das incorporadoras tem planos para lançar imóveis neste ano; quais são as tendências?
Depois de o Wegovy ganhar versão oral nos Estados Unidos, agora a FDA aprovou a comercialização do Foundayo, medicamento similar ao Mounjaro sintetizado em comprimido; economia pode chegar a 90%
O tema é considerado estratégico para o governo Lula, já que o gás de cozinha está diretamente ligado a uma das promessas sociais da atual gestão
Dois fatores motivaram a decisão, segundo auxiliares de Lula: a percepção de demora na tramitação do tema e a possibilidade de veto presidencial
Depois de março terminar sem descanso, a Sexta-Feira Santa é o primeiro dos dois feriados nacionais previstos para abril no Brasil. O outro fica mais para o fim do mês.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (1). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (2), com a Mega-Sena em recesso, destaque para a Timemania.
Pé-de-Meia funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 31 de março. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 33 milhões hoje.
Benefícios começam a ser pagos nesa quarta-feira (1), seguindo o calendário do INSS; valores já estão corrigidos pelo novo salário-mínimo
Pagamentos do Bolsa Família começam em 16 de abril e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Com seis meses restantes até as eleições presidenciais, chairman do BTG Pactual ainda não enxerga um nome forte para ganhar a disputa da presidência
Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026
Chairman do BTG Pactual vê fluxo global migrando para emergentes e revela “carta na manga” brasileira; confira
Entre preço de fertilizantes e desabastecimento de materiais, analistas aumentam as projeções de inflação para alimentos
Confira o calendário de feriados de abril para se programar e aproveitar para descansar durante o mês
Lotofácil e Quina foram as únicas loterias a terem ganhadores na segunda-feira (30). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Bolsa-Família, Gás do Povo e mais programas sociais do governo realizam pagamentos neste mês; confira a agenda
Um bairro da Zona Norte tem o maior número de ruas com imóveis que integram o novo limite do Minha Casa, Minha Vida, mas ainda está fora do radar dos compradores
Fundo vê risco de pressão persistente nos preços e alerta para impacto nas expectativas; mercado brasileiro já revisa IPCA para cima
Em evento, Gabriel Galípolo afirma que novos choques externos não mudaram a trajetória da política monetária; veja o que ele disse