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Depois de inúmeras tentativas, negociatas e frustrações, a novela da reforma da Previdência pode hoje ter seu final feliz. O Senado deve votar à tarde o projeto em segundo turno, a etapa final para encerrar a questão no Congresso. O texto ficou aquém do R$ 1 trilhão de economia desejado por Paulo Guedes, mas garantiu algo como R$ 800 bilhões em 10 anos. Nada mau…
A reforma dá um fôlego para o país se reerguer e ajustar suas contas públicas. O mercado já comprou o projeto, do contrário, o país não conseguiria sustentar seus juros em patamar tão baixo. Ninguém cobra pouco para financiar um país endividado a caminho do buraco... Olhe o caso da Argentina e suas taxas de juros.
Na sua análise de hoje, o Eduardo Campos fala das emoções da reta final e até mesmo o que ficou faltando neste projeto histórico. Ele admite, no entanto, que existe um risco de um terceiro turno da reforma da Previdência. Saiba mais.
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Depois de meses em que a pauta de todas as primeiras páginas foi a Previdência, qual vai ser o novo tema na mesa? Assunto não falta. Agora as reformas administrativa, tributária e privatizações entram no radar, assim como a “PEC paralela”, que é uma espécie de desdobramento do texto da Previdência.
Vivemos uma segunda-feira histórica. O Ibovespa fechou acima dos 106 mil pontos pela primeira vez. A expectativa para uma nova página na agenda econômica deu um fôlego para o mercado. Porém, o gringo ainda torce o nariz para a bolsa brasileira. O mês de outubro também marca o recorde de saída de capital estrangeiro da renda variável.
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A história lá fora não muda de página, com declarações de Donald Trump e do vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, afirmando que o acordo de primeira fase está “indo muito bem, obrigada”. Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram com um leve viés negativo e os pregões europeus também começaram em baixa mesmo após uma sessão positiva na Ásia.
Ontem, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 1,23%, aos 106.022 pontos. O dólar fechou com um avanço de 0,29%, a R$ 4,1317. Consulte a Bula do Mercado para saber o que deve mexer com bolsa e dólar hoje.
Já não é segredo para ninguém que a Selic a mínimas históricas deve mudar o perfil do investidor: na carteira, saem de cena os ativos atrelados ao CDI e entram os que devem se beneficiar de um quadro de juro baixo por um bom tempo. Com 12 anos de história, a Paineiras Investimentos acredita que a bolsa de valores e os títulos longos do Tesouro Nacional, as famosas NTN-B 2050, são as melhores opções na prateleira. Entenda o modus operandi da gestora - e a lição que você pode tirar para seus investimentos - nesta entrevista exclusiva com os sócios.
Em Brasília, mais uma história deve acabar em pizza. É que termina hoje o prazo para votar o relatório da CPI do BNDES - documento que pede o indiciamento de 70 pessoas, entre empresários, políticos e diretores de bancos. Os deputados derrubaram as quatro tentativas de avanço do texto e, desde a semana passada, o relator da comissão tenta costurar um acordo para que ao menos executivos da Odebrecht e da JBS tenham seus indiciamentos sugeridos. Mas hoje a solução pode estar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Saiba mais.
Um grande abraço e ótima terça-feira!
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A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
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