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Presidente reafirmou soberania do Congresso em avaliar a reforma, mas que proposta tem que cumprir seus objetivos, gerando mais recursos para emprego, saúde, segurança e educação
Pela terceira vez no dia, o tema reforma da Previdência, esteve nos pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro. No mais recente deles, feito em transmissão no “Facebook”, Bolsonaro disse que o Parlamento é soberano, mas que espera que a proposta “não seja muito desidratada para que cumpra seu objetivo”.
Segundo o presidente, a reforma tem de ser feita não por vontade dele, mas porque “precisamos de reformas”, pois o sistema atual está “mais que deficitário” e não queremos que o Brasil, no futuro, se “transforme em um Grécia”, país que atingiu o “fundo do poço na questão econômica”.
De acordo como presidente, a reforma não pode ser muito desidratada, ou seja, a economia prevista de R$ 1,1 trilhão ao longo de dez anos tem de ser preservada, para que sobre mais recursos para investimentos em emprego, segurança, saúde e educação. “É isso que pretendemos”.
Na semana passada, fala de Bolsonaro sobre o tema desagradou, pois ele falou em reduzir a idades mínima das mulheres e que havia "gordura" para ser queimada no texto.
Bolsonaro também disse ter ciência de que a reforma “desagrada” alguns grupos, mas que “vamos combater privilégios” e colocar o Brasil no rumo.
Antes, o presidente tinha lembrado de seu pronunciamento feito pela manhã, na qual confirmou que os militares também farão parte da reforma e que os parlamentares se aposentação no teto no INSS, de pouco mais de R$ 5,8 mil.
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Por volta das 17h20, o presidente já tinha tuitado sobre o tema e a reação do mercado à essa mudança de postura foi imediata, com o Ibovespa revertendo perdas e fechando com o dia com leve alta.
A ação nas redes sociais acontece um dia depois de o presidente ganhar o noticiário local e externo com a postagem de um vídeo sobre o carnaval.
O presidente também anunciou que as lives serão semanais, toda a quinta-feira, por volta das 18h30, como uma forma de falar dos eventos importantes do seu governo e também tirar dúvidas da população. O presidente disse que quer deixar a vida dos brasileiros mais fácil e que vai “desfazer” muita coisa que foi feita de forma “errada” nos últimos 20 anos.
Bolsonaro estava acompanhado do porta-voz da Presidência, general Rêgo Barros, e do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, mas disse que pode chamar outros ministros a participar.
Na linha de facilitar a vida do cidadão, Bolsonaro confirmou que vai apresentar projeto elevando o prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CHN) de cinco para dez anos. E também falou de medidas para reduzir o número de lombadas eletrônicas e multas nas estradas.
O presidente confirmou viagens a Estados Unidos, Israel e Chile, ainda neste mês, e que voltará com resultados concretos em termos de acordos e negociações.
Respondendo a questionamento sobre a “caixa preta” do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bolsonaro disse que terá aulas com técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o tema e que depois falará com o presidente do banco, Joaquim Levy, para que haja mais facilidade e transparência dos dados.
Segundo o presidente, no formato atual, os dados “não atendem” e que apenas economistas seriam capazes de descobrir com facilidade quanto gastamos com o financiamento de obras em Cuba.
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