Após Bolsonaro flexibilizar posse de armas, papéis da Taurus despencam mais de 20%
Empresa é a única da área listada na B3; entre as mudanças com a flexbilização estão o prazo de validade do registro de armas para 10 anos, tanto para civis como para militares

Apesar do presidente Jair Bolsonaro assinar o decreto flexibilizando a posse de armas no Brasil nesta terça-feira, 15, a ação da Taurus despencou na B3.
Após começar o dia em alta de 10%, por volta das 13h50, os papéis da companhia recuavam mais de 24%, a R$ 6,95.
As ações da fabricante brasileira de armas são alvo de forte volatilidade desde que Bolsonaro despontou como favorito para vencer as eleições presidenciais.
A justificativa é que a vitória do capitão levaria a um aumento na comercialização de armas no país e ampliaria as receitas da Taurus. Mas é muito difícil separar o que é fundamento da mera especulação.
De janeiro a setembro de 2018, a empresa teve prejuízo de R$ 44,6 milhões, um pouco melhor do que o resultado negativo de R$ 50,4 milhões do mesmo período do ano anterior.
Novas regras
Entre as mudanças estão o prazo de validade do registro de armas para 10 anos, tanto para civis como para militares.
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Além disso, houve a flexibilização no requisito legal de o interessado comprovar da “necessidade efetiva” para a obtenção da posse.
Com as novas regras, o interessado poderá justificar a posse apenas por morar em uma cidade violenta, em área rural ou por ser agente de segurança.
*Com Estadão Conteúdo
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