O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
País estava no ranking desde 1998, quando o levantamento sobre a opinião de investidores estrangeiros começou a ser elaborado

Pela primeira vez em 21 anos o Brasil ficou de fora da lista dos 25 melhores países para investir feita pela consultoria empresarial norte-americana A.T. Kearney.
O País figurava no ranking desde 1998, quando o levantamento que segue a opinião de investidores estrangeiros começou a ser elaborado. A posição do País em 2019 não foi divulgada.
O índice é calculado com base em uma pesquisa feita com 500 executivos seniores das principais corporações do mundo sobre a probabilidade de as empresas entrevistadas investirem diretamente naquele determinado País nos próximos três anos.
Nos últimos três anos, o Brasil já vinha caindo no ranking, ocupando as posições 12ª, 16ª e 25ª - o último lugar entre os escolhidos -, entre 2016, 2017 e 2018, respectivamente. Em 2010 e 2014, o País figurou entre os cinco primeiros colocados da lista.
Com a ausência brasileira, os número de países emergentes que figuram a lista caiu para três: China (7ª), Índia (16ª) e México (25ª). Os cinco primeiros colocados são Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Reino Unido e França.
Em 2018, a A.T. Kearney destacava, com otimismo, o impeachment da "ex-presidente de esquerda" Dilma Rousseff (PT), que abriu caminho para "um sucessor mais favorável aos negócios", o ex-presidente Michel Temer (MDB).
Leia Também
"Ele (Temer) aprovou uma lei que limita futuros aumentos nos gastos governamentais, começou a lidar com a reforma previdenciária e planeja aprovar reformas nas leis trabalhistas, tributárias e educacionais até 2018", afirmaram.
"Os investidores nos dizem que permanecem relativamente pessimistas em relação às suas perspectivas econômicas (com o Brasil). Provavelmente como resultado desses problemas macroeconômicos, os fluxos de IED para o Brasil caíram de US$ 65 bilhões em 2015 para US$ 50 bilhões em 2016", diz trecho do estudo daquele ano.
No relatório deste ano, o Brasil não é citado. A consultoria faz considerações apenas sobre os 25 países listados no ranking.

DORMINDO NO PONTO
MAIS DESCANSO
Conteúdo Empiricus
ATENÇÃO TRABALHADORES
HORA DE COMPRAR?
ESTRELA QUE BRILHA SOZINHA?
MÁQUINA DE MILIONÁRIOS
DEPOIS DA CHUVA
Internet
TUDO PRONTO
TER OU NÃO TER
LIDERANÇA INCONTESTÁVEL
AGENDA CARREGADA
CONFIRA O RESULTADO
ORIENTE MÉDIO
CORTE VEM AÍ?
NOVA RESOLUÇÃO
Conteúdo Empiricus
SELIC (AINDA) NAS ALTURAS
MOUNJARO FALSIFICADO