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Recuos mais acentuados foram no Amazonas e em Pernambuco. Já Rio de Janeiro e Mato Grosso apontaram os avanços mais elevados no mês, segundo dados do IBGE

A produção industrial registrou queda na passagem de junho para julho em 8 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo levantamento divulgado nesta terça-feira, 10.
Os recuos mais acentuados foram no Amazonas (-6,2%) e em Pernambuco (-3,9%). A região Nordeste, Rio Grande do Sul, Ceará, São Paulo e Bahia também recuaram abaixo da média nacional , enquanto Santa Catarina completou o conjunto de locais com índices negativos em julho.
Já Rio de Janeiro (6,8%) e Mato Grosso (5,5%) apontaram os avanços mais elevados no mês. As demais taxas positivas foram assinaladas por Paraná, Goiás, Espírito Santo, Pará e Minas Gerais.
Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral da indústria recuou 0,4% no trimestre encerrado em julho de 2019, frente ao nível do mês anterior, e manteve a trajetória predominantemente descendente iniciada em agosto de 2018.
Em termos regionais, ainda em relação a este índice, nove dos quinze locais pesquisados apontaram taxas negativas, segundo o IBGE.
Em relação a julho de 2018, o setor industrial caiu 2,5% e sete dos quinze locais pesquisados acompanharam essa queda.
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Ainda de acordo com dados do IBGE, no acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, a redução observada na produção nacional alcançou dez dos quinze locais pesquisados acompanharam a queda da indústria, com destaque para Espírito Santo (-12,2%) e Minas Gerais (-4,7%).
Ambos foram pressionados principalmente pelos recuos nas indústrias extrativas e celulose, papel e produtos de papel e indústrias extrativas.
Mato Grosso, Região Nordeste, Pará e Bahia também registraram taxas negativas abaixo da média da indústria , enquanto Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Amazonas completaram o conjunto de locais com recuo na produção no acumulado do ano.
Por outro lado, Paraná (7,2%) e Rio Grande do Sul (6,9%) apontaram os avanços mais elevados no índice do acumulado no ano, impulsionados, principalmente, pelo comportamento positivo vindo das atividades de veículos automotores, reboques e carrocerias, produtos alimentícios e máquinas e equipamentos, no primeiro local.
O segundo teve como influência veículos automotores, reboques e carrocerias e produtos de metal.
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