Para secretário de Produtividade, chegou a hora de dar valor a quem produz no Brasil
Carlos da Costa apresentou equipe que vai trabalhar para aumentar a produtividade, gerar empregos e livrar as empresas das “bolas de ferro” que dificultam o crescimento

O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Alexandre da Costa, afirmou que os objetivos da sua pasta são aumentar a produtividade brasileira, gerar empregos e tornar as empresas brasileiras livres “de amarras e bolas de ferro” que dificultam a geração de valor no país.
Costa apresentou a nova estrutura, que faz parte do Ministério da Economia, em evento para empresários no Itamaraty. Foram redesenhadas 12 secretarias que estavam em quatro ministérios. Agora, além da secretaria especial há uma secretaria-executiva e quatro secretarias temáticas.
Costa fez um discurso liberal ao destacar que é o setor produtivo e não o governo e governantes que geram crescimento econômico. O Estado tem atuado como fator de atraso para o desenvolvimento das empresas e trabalhadores e sua meta e mudar essa relação. “Temos que destruir o que não funciona.”
O secretário fez questão de afirmar que não houve influência política na formação da equipe e ressaltou que chegou a hora de “dar o devido valor a quem produz e cria valor”, para que não seja mais necessário vir a Brasília “de pires na mão”, pedindo proteção, subsídios ou outra forma de sobreviver.
Segundo Costa, seu grupo vai trabalhar com coragem para “destruir as barreiras à competitividade” e que os sobreviventes até aqui, são heróis.
Leia Também
Ozempic no SUS? Governo tenta emplacar canetas emagrecedoras nos postos de saúde e cita queda de 70% nos preços
Mega-Sena 3062 encalha e prêmio em jogo sobe para R$ 45 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também acumulam
Carlos da Costa foi aplaudido enquanto falava sobre o lema “mais Brasil e menos Brasília” e dizia que “temos de lembrar que somos servidores públicos e ouvir o que vocês têm a dizer, vocês são a verdade”.
O secretário especial falou em construir uma agenda positiva com as associações e federações do setor privado, que segundo Costa, estão cansadas de andar de pires na mão “para pedir medidas compensatórias aos problemas causados pelo Estado”.
A ideia de Costa é utilizar as “mesas executivas”, que reúnem governo e setor privado com o foco de trabalhar para reduzir o que dificulta a atividade produtiva.
Costa voltou a ser aplaudido ao falar dos assuntos proibidos nessa relação governo/empresariado: subsídios, proteção e gasto público.
Em breve conversa com a imprensa após sua apresentação, Costa afirmou que não há uma meta formal para a criação de empregos, mas lembrou que ao longo da campanha do presidente Jair Bolsonaro o número falado foi de 10 milhões de postos de trabalho. Costa também afirmou que há milhões de dólares prontos para aportar no Brasil, mas que antes é preciso melhorar a segurança jurídica e facilitar o ambiente de negócios.
Secretarias
Secretário-adjunto – Igor Calvet – Especialista em políticas públicas e ex-secretário do extinto Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
Secretário de Advocacia da Concorrência e Competitividade - César Mattos – Economista e ex- conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Secretário de Desenvolvimento de Infraestrutura – Diogo Mac Cord – Mestre em administração pública por Harvard com passagens pela Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib), Fiesp e KMPG.
Secretário de Políticas Públicas para o Emprego – Fernando de Holanda Babosa Filho – Pesquisador do Ibre-FGV e ex-secretário-adjunto de Política Econômica no extinto Ministério da Fazenda. Barbosa afirmou que sua secretaria vai realizar o planejamento, execução e mensuração das medidas voltadas ao treinamento da mão de obra.
Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação – Caio Megale – Ex-secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, com passagem como economista do Lloyds Asset, Máxima Asset, Gávea Investimentos e Mauá Investimentos.
EDUCAÇÃO NOS HOLOFOTES
Cogna (COGN3) ainda pode subir 35%, mas Bradesco BBI faz um alerta para quem está de olho na ação
24 de setembro de 2026 - 16:45FIN4SHE 2026
Onde as mulheres investem? Presença feminina na B3 cresce 83%, mas ativo favorito ainda é outro
24 de setembro de 2026 - 15:49VISÃO DO GESTOR
O que Luis Stuhlberger espera de um governo Lula 4 e de um governo Flávio Bolsonaro
24 de setembro de 2026 - 13:39CAFEÍNA NA VEIA
Preço do café cai, consumo aumenta: brasileiros voltam a encher a xícara em 2026
24 de setembro de 2026 - 10:57ENGENHARIA FINANCEIRA
Banco Genial na mira: Operação Crédito Oculto investiga suposto esquema para esconder donos de distribuidora de combustíveis
24 de setembro de 2026 - 9:51NA TRAAAAAVE!
368 apostadores ficam no quase na Lotofácil 3787; Lotomania e +Milionária pagam mais de R$ 100 mil por bolas na trave
24 de setembro de 2026 - 6:53É HOJE
INSS e BPC/LOAS são pagos hoje; confira datas de setembro de 2026 e regras dos benefício
24 de setembro de 2026 - 5:05IRPF 2026
Receita Federal abre consulta a lote de restituição do Imposto de Renda para quem caiu na malha fina
23 de setembro de 2026 - 8:50ATENÇÕES DIVIDIDAS
Lotofácil 3786 e Dia de Sorte 1304 pagam prêmio principal; Mega-Sena 3061 acumula e agora promete R$ 38 milhões
23 de setembro de 2026 - 6:41BARGANHA GEOPOLÍTICA
Xi Jinping tem arma contra Trump que pode beneficiar uma empresa no Brasil, defende BTG
22 de setembro de 2026 - 16:35MUITO CUIDADO
Suzano (SUZB3) ou Klabin (KLBN11)? Bradesco BBI analisa setor de papel e celulose e apresenta sua “top pick”
22 de setembro de 2026 - 15:55ATÉ ONDE A SELIC VAI?
Copom vê a economia esfriar, mas não dá ao mercado a resposta que ele mais quer sobre os juros
22 de setembro de 2026 - 11:28ASSEMBLEIA VIRTUAL
Greve na Caixa: funcionários votam proposta do banco para o fim da paralisação; conheça a decisão
22 de setembro de 2026 - 7:10DEZENAS DE GANHADORES
Lotofácil 3785 premia aposta simples e bolão com 35 participantes; Mega-Sena promete R$ 32 milhões
22 de setembro de 2026 - 6:38ESTÁ NO PREÇO
O Brasil vai quebrar? Entenda por que o risco fiscal mexe com a renda fixa, as ações e até o dólar
22 de setembro de 2026 - 6:03DEPOIS DO ALERTA
Nvidia e outras empresas de IA enfrentam o “vale das sombras” após alerta da Anthropic; o que fazer com as ações?
21 de setembro de 2026 - 19:30MAIS SELETIVO
Safra pisa no freio e corta preço-alvo de 5 ações do setor imobiliário — e uma destoa ainda mais das outras
21 de setembro de 2026 - 16:30A ORDEM IMPORTA
Como fazer um ajuste fiscal de R$ 80 bilhões em 4 passos antes mesmo de mexer no salário-mínimo, segundo Felipe Salto, da Warren
21 de setembro de 2026 - 7:08DANÇA DAS CADEIRAS
+Milionária promete o triplo da Mega-Sena e lidera ranking das loterias da Caixa com prêmio de quase R$ 100 milhões
21 de setembro de 2026 - 6:48ATENÇÃO ESTUDANTES