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Coluna noticiou nesta terça-feira que a deputada estaria cotada para assumir a pasta no lugar do ministro Santos Cruz
A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), desconversou nesta terça-feira, 2, sobre a possibilidade de assumir a Secretaria de Governo, no lugar do ministro Alberto Santos Cruz. A informação foi ventilada hoje pela manhã na coluna da Sonia Racy, do jornal "O Estado de S. Paulo".
Ao chegar ao Palácio do Planalto, a deputada disse ser a "ministra da Pacificação Nacional". Segundo a coluna, caso Joice assumisse a Secretaria de Governo, Santos Cruz iria para a Secretaria-Geral da Presidência, sucedendo seu colega Floriano Peixoto. Sub do ex-ministro Gustavo Bebianno, Peixoto havia assumido a cadeira, interinamente, depois da queda do advogado.
O ministro almoçou hoje com os senadores do DEM, PR e PSC na tentativa de aproximar o Planalto do Congresso. Por lá, Santos Cruz ouviu cobranças dos parlamentares que demandaram uma clareza maior entre o papel da sua pasta e o da Casa Civil, responsáveis pela articulação política. Os parlamentares cobraram também maior aproximação do governo com o Congresso.
De acordo com o senador Wellington Fagundes (PR-MT), líder do bloco partidário que reúne os três partidos, a diferenciação entre as pastas é importante para que "não haja duplicidade de trabalho" e para que haja maior "objetividade na relação do parlamentar com o governo".
Fagundes contou que Santos Cruz admitiu que esta indefinição é uma angústia "que ele mesmo está tendo" e que o ministro se comprometeu a conversar sobre a questão com seus pares e com o presidente Jair Bolsonaro quando ele retornar da viagem a Israel.
"Ele Santos Cruz sente que essa relação é fundamental porque o Parlamento precisa dar a resposta na ponta. Quando a gente chega em uma cidade está a creche inacabada, obra que falta o governo liberar recurso para concluir, isso causa angústia. Com a mudança de governo é natural que haja uma certa 'rearrumação', mas não pode demorar muito", disse Fagundes.
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O senador negou que a conversa com o ministro tenha tido um tom de pressão por causa das cobranças. "Foi uma conversa de ajuda mútua. A população não está preocupada com discussões ideológicas, políticas, partidárias. Ela quer saber se tem estrada para levar a produção, se tem escola para levar o filho e, principalmente, se tem saúde e educação", afirmou, pouco depois de ter dito que o governo Bolsonaro tem um viés ideológico claro em que o governo faz questão de colocar a sua posição.
Santos Cruz também se reuniu com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Ao sair do encontro com parlamentares, Santos Cruz afirmou que a reunião foi realizada a convite dos deputados e negou que a agenda tenha sido um "esforço planejado". "O relacionamento não pode ser baseado só em planejamento, tem que ser mais espontâneo, tem que ter a motivação de ambas as partes. Isso tudo é percepção, sentimento, não é planejamento", disse.
Para o ministro, a melhoria do ambiente político é necessária para garantir a aprovação da reforma da Previdência, que começa a tramitar agora na Câmara dos Deputados. "Melhorando o ambiente político, melhora para tudo. A reforma é um item extremamente importante, mas não é só isso", disse.
Além da reforma, o ministro afirmou que tratou com os senadores sobre cerca de 20 outros temas. Ele não detalhou quais seriam eles, mas citou como exemplo a discussão sobre obras inacabadas no País e estradas que precisam de mais atenção.
*Com Estadão Conteúdo.
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