O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Deixe os rumores de lado e mantenha sua posição nos disputados fundos da gestora carioca, que administra R$ 36,7 bilhões
Pergunte a um alocador de patrimônio sério uma gestora brasileira que ainda vai existir daqui a 50 anos. Posso apostar que o nome da SPX vai aparecer. A casa é reconhecida pela cultura empresarial forte (rara nesse mercado) e pela distribuição de risco entre os sócios principais: Rogério Xavier nos juros, Bruno Pandolfi no câmbio, Leo Linhares na Bolsa. Não é à toa que gere R$ 36,7 bilhões de patrimônio – só não mais porque controla o fluxo para os fundos, que passam a maior parte do tempo fechados.
Por isso surpreende o barulho feito sobre a saída recém-anunciada pela casa de dois sócios que nem sequer fazem parte da lista acima: Marcio Albuquerque e Sebastian Lewit.
Os dois estavam na equipe desde a fundação, há oito anos, e, claro, tinham sua importância na rotina de gestão, porém limitada: Sebastian discutia estratégias para os juros brasileiros com Rogério, Marcio para o câmbio com Pandolfi. O primeiro tinha um pequeno limite de risco para tomada de decisões, o segundo não.
De forma geral, na SPX, uma área, sob comando de um dos gestores mais sêniores, tem nove pessoas, divididas em unidades formadas por um trader, um estrategista e um executor. A estrutura faz da SPX uma gestora descentralizada, com vários nomes de destaque, sendo essa uma de suas marcas.
Tomando concorrentes como referência, a Adam, por exemplo, é mais concentrada na figura de Marcio Appel. E a Verde, na de Luis Stuhlberger. Ainda que a figura principal da SPX seja Xavier, é público e notório que a gestora vai além dele e tem processos próprios. É um ponto que joga a favor da perenidade da casa.
Em cada mercado, aí sim há concentração no gestor especialista. "Cada diretor tem a responsabilidade final do risco. Eu posso querer delegar parte do risco para as pessoas que estão embaixo de mim, mas a decisão final sobre juros na SPX é minha; de moedas, do Bruno; de ações, do Leo. E isso sempre foi claro pra todo mundo", diz Xavier.
Leia Também
De fato, a cultura da SPX é bem conhecida e serve de modelo para outras casas. Se Pandolfi e Xavier – que formam com Daniel Schneider, comercial da gestora em Londres, a sigla da SPX – decidirem deixar a casa um dia, aí sim se justifica algum choro e ranger de dentes. Ainda que seja essa a única gestora de multimercados brasileira para a qual se possa questionar: não será a cultura suficientemente forte para sobrepor as pessoas?
Para Marcio e Sebastian, claramente há uma boa dose de exagero em quem tentar afirmar o contrário. Tanto que grandes alocadores no fundo, como o Itaú, foram muito rápidos em manifestar que mantiveram as posições nos fundos inalteradas.
Mais do que o desejo de criar manchetes sensacionalistas, o que realmente importa agora é o que você, investidor, deve fazer com seu Nimitz ou Raptor. Minha sugestão é que você deixe os rumores de lado – tanto de mudança de equipe, quanto de retorno recente – e mantenha sua posição. A SPX tem 125 pessoas no total, 29 são sócios. Saíram dois, que nem são os mais importantes.
As saídas de Marcio e Sebastian também levantaram questões sobre a concentração de participação em alguns dos sócios da SPX, que desestimularia a equipe. "Não é nossa intenção concentrar as ações", afirma Xavier, mas pondera que, depois de vendidas ações para um sócio minoritário é muito difícil recomprá-las. Por isso é preciso ter margem para estimular novas pessoas da equipe, especialmente no projeto de internacionalização da casa. A SPX tem escritório no Rio, em São Paulo, em Londres e em Washington.
Na contramão, estou atenta a duas outras notícias. Beny Parnes, economista-chefe da casa, que chegou a ser cotado para uma vaga no governo Bolsonaro, acaba de tomar a frente de uma área de crédito global. É uma ótima notícia, não somente pela possibilidade de se posicionar nesse mercado, o que deve acontecer aos poucos, como também pelos insumos para a tomada de risco na gestora como um todo.
O aperto nas condições financeiras de crédito contribuíram, por exemplo, para a mudança de postura do banco central americano no ano passado, aponta Xavier. O movimento pegou muitos gestores de surpresa na posição que aposta em elevações mais rápidas nos juros do país. "Nos sentimos com uma lacuna a ser preenchida", diz o sócio-fundador da SPX.
Gabriel Hartung, já da equipe, passa a ser o economista-chefe dedicado a Brasil. E fica a cargo de Parnes definir se haverá uma nova chefia para a área internacional.
Outra novidade é a chegada de Fernando Gonçalves, até então na Adam Capital, mas também com experiência no JPMorgan e na Gávea. Ela resulta da busca de alguém mais sênior para assumir a gestão de ações internacionais.
A propósito, o Nimitz ainda está aberto na Ágora, a corretora do Bradesco.
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger
Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades
Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.