O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Como mostrou o ‘Estado’, a economia de R$ 92,3 bilhões esperada em uma década com a reforma dos militares, anunciada em 20 de fevereiro, contempla apenas as mudanças nas regras de aposentadoria da categoria
O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, garantiu nesta terça-feira, 19, que a proposta de reforma dos militares vai resultar em economia para os cofres públicos "ao longo e ao fim" do período de 10 anos. Segundo ele, algumas opções serão apresentadas nesta quarta-feira para o presidente Jair Bolsonaro bater o martelo sobre a versão final a ser entregue ao Congresso Nacional. "Prefiro não falar de número, mas as alternativas todas contemplam superávit para o Tesouro", afirmou Marinho após reunião com a bancada do MDB na Câmara.
Como mostrou o 'Estado', a economia de R$ 92,3 bilhões esperada em uma década com a reforma dos militares, anunciada em 20 de fevereiro, contempla apenas as mudanças nas regras de aposentadoria da categoria. O custo extra com a reestruturação da carreira (que contempla gratificações e criação de novo posto), porém, não estava na conta. Pela proposta do Ministério da Defesa, o saldo líquido nos primeiros dez anos seria negativo (ou seja, com ônus para os cofres públicos) e só depois desse período é que geraria superávit.
Hoje Marinho indicou que os gastos com a reestruturação da carreira serão menores que a economia trazida pela mudança nas regras de aposentadoria. "Teremos superávit. O que está sendo feito de reestruturação e o que está sendo colocado de modificação no regime de assistência (aposentadoria) serão favoráveis ao Tesouro Nacional", disse o secretário. "O que nos interessa no final é o resultado ao longo dos 10 anos, que é o que colocamos como parâmetro para o projeto anterior (PEC da reforma da Previdência)", afirmou.
Nesta terça mais cedo, o vice-presidente Hamilton Mourão chegou a dizer que o impacto líquido da proposta dos militares seria de R$ 13 bilhões em uma década, mas depois se corrigiu dizendo que estava errado. Mourão não forneceu nova cifra. Marinho, por sua vez, evitou comentar o dado fornecido pelo vice-presidente. Apenas disse, na chegada à reunião com o MDB (e antes de Mourão se corrigir), que "o valor vai depender do presidente".
Já na saída do encontro, o secretário assegurou que está mantida a meta de economia de ao menos R$ 1 trilhão em dez anos com a reforma da Previdência. Em fevereiro, o governo anunciou que projeta economia de R$ 1,164 trilhão em uma década - incluindo a reforma dos militares, mas sem contabilizar o custo da reestruturação da carreira.
Segundo Marinho, a projeção de economia de R$ 92,3 bilhões apenas com a mudança nas regras de aposentadoria das Forças Armadas deve ser praticamente mantida após os últimos ajustes no texto. Ele afirmou que o valor pode variar um pouco para mais ou menos, mas ficará próximo a este patamar.
Leia Também
O secretário também assegurou o cumprimento do prazo de entrega da proposta - que é aguardada pelos parlamentares para deslanchar a tramitação da PEC da reforma da Previdência. "Estamos prontos para cumprir o cronograma para a entrega do projeto dos militares", afirmou.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação
O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.
Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país
Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar
“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC
Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.
Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos
Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo
O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC
Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica
A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.
Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa