Menu
2019-06-25T10:28:04-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
no patamar baixo

Confiança do consumidor sobe 1,9 ponto em junho em comparação a maio

Apesar da alta, o índice se mantém em patamar baixo em termos históricos, ponderou a FGV, que diz que a melhora foi determinada pela calibragem das expectativas

25 de junho de 2019
10:20 - atualizado às 10:28
Consumo
O Índice de Situação Atual (ISA) se manteve em 73,4 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,2 pontos, para 99,7 pontos.Imagem: shutterstock

A confiança do consumidor subiu 1,9 ponto em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira, 25, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cresceu a 88,5 pontos. É uma interrupção de uma sequência de quatro quedas consecutivas. Apesar da alta, o índice se mantém em patamar baixo em termos históricos, ponderou a instituição.

Segundo a FGV, a melhora de junho foi determinada pela calibragem das expectativas, que haviam piorado muito entre janeiro e maio, passando de um perfil otimista para pessimista em apenas quatro meses. Agora passam a retratar um perfil neutro.

"Com o mercado de trabalho avançando lentamente, os resultados ainda podem demorar a influenciar significativamente as percepções sobre a economia no momento", avaliou Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor no Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Situação Atual (ISA) se manteve em 73,4 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,2 pontos, para 99,7 pontos.

Grau de satisfação

O componente que mede o grau de satisfação com a economia no momento presente subiu 0,9 ponto, após três meses em queda. Já as avaliações sobre a situação financeira atual das famílias recuaram 0,8 ponto, para 67,4 pontos.

Quanto às perspectivas para os meses seguintes, o item que avalia a situação financeira futura das famílias foi o que mais contribuiu para a alta da confiança no mês, avançando 8,1 pontos, para 99,0 pontos. O ganho, no entanto, não foi o suficiente para compensar a perda acumulada de 20,7 pontos entre janeiro e maio.

O componente que mede o grau de otimismo com a situação econômica futura subiu 3,9 pontos, para 111,9 pontos.

No mês de junho, a confiança aumentou em todas as classes de renda. A alta foi mais acentuada entre as famílias com renda até R$ 2,1 mil mensais, com avanço de 4,0 pontos no mês, após quatro quedas consecutivas. Nas famílias com renda acima de R$ 9,6 mil mensais, houve aumento de 2,5 pontos.

A Sondagem do Consumidor da FGV coletou informações de 1.682 domicílios em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1º e 18 de junho.

*Com Estadão Conteúdo 

Comentários
Leia também
Um self service diferente

Como ganhar uma ‘gorjeta’ da sua corretora

A Pi devolve o valor economizado com comissões de autônomos na forma de Pontos Pi. Você pode trocar pelo que quiser, inclusive, dinheiro

gestão segue independente

Holding do BTG Pactual compra consultoria de energia PSR

Um dos principais objetivos da parceria é propiciar a expansão da companhia no mercado global de energia

recursos contra a doença

Câmara aprova liberação de R$ 1,9 bilhão para compra de vacinas contra Covid-19

Dinheiro vai custear contrato entre a Fiocruz, vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca; recursos virão da emissão de títulos públicos

permissão especial

Anvisa divulga regras para autorização emergencial de vacina contra covid-19

Modo simplificado terá menos exigências do que os registros de outros medicamentos e tratamentos, mas a agência declarou que serão garantidos requisitos de segurança

seu dinheiro na sua noite

Uma previsão (conservadora) para a bolsa em 2021

Depois de tudo que passamos em 2020 (e o ano ainda não acabou), eu admiro a coragem de quem se arrisca a fazer previsões para o desempenho dos investimentos. As estimativas podem parecer mero chute — e às vezes são mesmo — mas no geral têm fundamento. Com algum trabalho, é possível calcular o fluxo […]

emissão de dívida em dólar

Tesouro capta US$ 2,5 bilhões no exterior com títulos de 5, 10 e 30 anos

Houve forte demanda pelos títulos de dívida externa, que superou a oferta em mais de 3 vezes, diz instituição; volume emitido com bônus de 10 anos foi o maior, de US$ 1,25 bi

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies