🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Calmante para o mercado

Governo não freará acordo Embraer-Boeing, diz General Heleno

Embraer aceitou vender 80% de sua divisão de aviação comercial, a principal da empresa, para a formação de uma joint venture com a Boeing

Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O acordo entre a Boeing-Embraer não deve ser revertido pelo governo de Jair Bolsonaro, apesar do presidente ter expressado preocupações com a negociação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao menos é isso que disse o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, nessa segunda-feira, 7.

Segundo Heleno, o governo não considera interromper o acordo entre a americana Boeing e a fabricante brasileira e Brasília está “estudando” os termos acertados no fim do ano passado.

E as declarações já tiveram impacto nos papéis da Embraer, que encerraram a segunda-feira com valorização de 2,07%, a R$ 21,23. Na sexta-feira, as ações estatal já tinham registrado a maior queda da Bolsa, de 5%, após Bolsonaro declarar preocupações sobre a fusão.

Segundo Heleno, o governo quer um acordo que seja “o melhor possível para o País e não está pensando em interromper a negociação”. A declaração, feita à imprensa após a solenidade de posse de novos presidentes do Banco do Brasil, Caixa e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), acalmou o mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Acordo

A Embraer aceitou vender 80% de sua divisão de aviação comercial, a principal da empresa, para a formação de uma joint venture com a Boeing. Um dispositivo do acordo permite que a Embraer possa mais adiante vender os 20% restantes à gigante americana. O governo brasileiro precisa dar seu aval para fechar a operação entre as duas empresas.

Leia Também

CORRENDO CONTRA O TEMPO?

A 10 dias das eleições, ministro da Fazenda defende que governo Lula adotou ‘política fiscal correta’ em artigo na The Economist

TENTE OUTRA VEZ

Ozempic no SUS? Governo tenta emplacar canetas emagrecedoras nos postos de saúde e cita queda de 70% nos preços

“Hoje (ontem, 07) mesmo foi colocada a necessidade de se estudar se essa é a fórmula ideal ou se nós podemos pleitear outro tipo de solução”, afirmou o ministro sobre esse ponto específico do contrato.

Segundo Heleno, também há uma preocupação com eventuais perdas para o País na área de desenvolvimento tecnológico. “Isso envolve um patrimônio físico, um patrimônio aeronáutico. Dentro desse patrimônio aeronáutico existe uma preocupação muito grande com o patrimônio tecnológico, que foi conseguido a duras penas ao longo de muitos anos e que nós não pretendemos perder. Mas isso pode ser equacionado”, disse Heleno.

O acordo, que já elevou o valor da divisão comercial da Embraer de US$ 4,75 bilhões para US$ 5,26 bilhões, envolve ainda uma parceria da Embraer com a Boeing para comercialização do cargueiro brasileiro KC-390, mas exclui os negócios da empresa brasileira nas áreas de aviação executiva e de defesa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dono de uma ação especial na Embraer, a chamada “golden share”, o governo federal tem até 16 de janeiro para chancelar o acordo. Depois, a venda ainda precisa ser aprovada por acionistas e órgãos antitrustes. Há uma preocupação com possíveis complicações no tribunal da China. No Brasil, nos EUA e na Europa, a tendência é que o aval saia rapidamente.

No fim do ano passado, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) derrubou uma segunda liminar que suspendia a negociação.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar