Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Apoio importante

Setor de serviços defende reforma tributária de Cintra

Setor de serviços é uma das principais forças de pressão contrária à reforma dos tributos federais. Luigi Nese, da CNS, afirmou que a proposta de Cintra é a mais inteligente que foi colocada na mesa pelo governo nos últimos anos.

O economista Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal do governo Bolsonaro e ex-presidente da Finep
Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal - Imagem: Pedro França/Agência Senado

Uma das principais forças de pressão contrária à reforma dos tributos federais nos últimos quatro anos, o setor de serviços defenderá no Congresso a proposta de desoneração da folha de salários com a criação de novo tributo sobre os meios de pagamentos, nos moldes da antiga CPMF. A proposta detalhada pelo secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, prevê desoneração ampla dos salários. Para compensar perdas na arrecadação, uma das ideias é criar um tributo sobre todos os meios de pagamento, como cheque, cartão de crédito e dinheiro vivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vice-presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS), Luigi Nese, disse que a proposta é a mais inteligente que foi colocada na mesa pelo governo nos últimos anos e que amplia a base tributária para abarcar a nova era digital com as novas formas de comercialização de bens e serviços pela internet e outros meios de transação. Esse tributo é o único que consegue de fato tributar de forma eficiente, na hora do pagamento, na nova realidade virtual.

Nese avalia que o atual momento é diferente ao de quando o governo Dilma Rousseff tentou recriar a CPMF e enfrentou o movimento liderado pelo presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, o "Não vou pagar o Pato."

Para ele, o movimento foi mais político do que técnico e agora há chances de diálogo. "A campanha do pato foi um pato que realmente virou uma piada", diz. Nese rejeita, porém, a ideia de que haverá briga entre a indústria e o setor de serviços no debate da reforma tributária. Para ele, a indústria também será beneficiada pela reforma.

Hoje, a contribuição patronal ao INSS é de 20% sobre a folha de pagamentos. Alguns setores são beneficiados pela desoneração iniciada no governo Dilma, e que termina no fim de 2020. O setor de serviços, segundo Nese, é mais penalizado porque emprega mais do que a indústria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A CNS defende também redução em três pontos porcentuais da contribuição ao INSS paga pelo empregado (alíquota de 8% a 11%). Por isso, avalia que a proposta de reforma da Previdência, que prevê aumento das alíquotas dos empregados para salários mais altos, tem conflito com a reforma tributária desenhada por Cintra.

Leia Também

QR CODE DA DISCÓRDIA

Professora diz ser a inventora do Pix — e agora processa o Banco Central por suposta violação de direito autoral

NA PONTA DO LÁPIS

Aluguel de imóveis comerciais tem maior alta em 14 anos, mas rentabilidade ainda perde para os juros, mostra FipeZAP

Para a CNS, a desoneração da folha poderá incentivar o emprego formal. "Mas o aumento do emprego não se faz simplesmente com redução de imposto. A economia tem de crescer", diz.

Pelo cálculo da entidade, o modelo não aumenta a carga tributária tendo alíquota de 0,9% - Cintra disse que o tributo seria entre 0,8% e 1,2% - e pode alcançar ONGs, igrejas e outros setores que não pagam impostos. Nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer, o setor de serviços mobilizou sua base no Congresso contra a reforma tributária que estava sendo desenhada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Assinatura de parceria foi realizada durante evento que contou com a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante 22 de junho de 2026 - 15:38
will bank, liquidado pelo Banco Central. 22 de junho de 2026 - 14:36
Moedas empilhadas com miniaturas de casas em uma escala crescente representando os dividendos dos fundos imobiliários 21 de junho de 2026 - 15:26
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 21 de junho de 2026 - 10:00
Alerta da defesa civil no celular, chamando a atenção para "misantropia" 20 de junho de 2026 - 13:11
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan 19 de junho de 2026 - 19:15
Jogadores da Espanha em campo 19 de junho de 2026 - 15:41
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 19 de junho de 2026 - 13:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar