🔴 CHEGOU A HORA DE PROGRAMAR OS SEUS AGENTES DE IA – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

queda

Índice de preços de alimentos da FAO cai 0,30% em março ante fevereiro

Segundo a entidade, o índice de preços do milho também registrou recuo, pressionado pelas amplas disponibilidades de exportação e expectativa de uma safra robusta na Argentina

Agronegócio
Plantação de soja no Brasil - Imagem: Shutterstock

O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alcançou média de 167 pontos em março de 2019, recuo de 0,5 ponto (0,30%) em relação a fevereiro. Em relação a igual mês de 2018, o Índice registrou queda de 3,6%. Conforme comunicado da FAO, divulgado nesta quinta-feira, 4, um aumento acentuado nos preços dos lácteos e os preços de carne mais firmes foram compensados pelo recuo nos subíndices de preços dos cereais, óleos e açúcar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O subíndice de preços dos Cereais registrou média de 164,8 pontos em março, um recuo de 3,7 pontos (2,2%) em relação ao mês anterior e praticamente estável ante igual mês do ano passado.

"Entre os principais cereais, os preços do trigo caíram mais acentuadamente, impulsionados por grande oferta para exportação e por uma demanda fraca, em particular para o trigo de origem dos Estados Unidos, e perspectivas geralmente favoráveis para a safra deste ano", disse a FAO.

Segundo a entidade, o índice de preços do milho também registrou recuo, pressionado pelas amplas disponibilidades de exportação e expectativa de uma safra robusta na Argentina.

Em compensação, os preços internacionais do arroz, ficaram levemente mais firmes em março, uma vez que a fraca demanda limitou os aumentos nos mercados do tipo Indica e japonês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o levantamento mensal da FAO, o Índice de Preços do Óleo Vegetal registrou média de 127,6 pontos em março, declínio de 5,9 pontos (4,4%) em comparação com fevereiro, "refletindo principalmente a desvalorização dos óleos de palma, soja e canola", salienta a organização. Segundo a FAO, os preços internacionais do óleo de palma contraíram em março, após três aumentos consecutivos, sustentados por preocupações renovadas sobre a demanda moderada de importação e acúmulo de estoques nos principais países produtores.

Leia Também

E AGORA, PETROBRAS?

EUA podem fechar a torneira do diesel e deixar o Brasil mais vulnerável, segundo Citi; é hora de rever a carteira de BDRs?

CASAS DE APOSTAS

R$ 1,7 bilhão na mesa: bets terão de devolver dinheiro a 22,9 milhões de apostadores após MP de Lula

"Ao mesmo tempo, as cotações do óleo de soja recuaram com o impulso da moagem nos Estados Unidos. Em virtude das margens rentáveis da commodity, enquanto os preços do óleo de canola caíram no menor nível de 11 meses, vinculados ao elevado estoque de canola no Canadá e perspectivas promissoras de colheita na região do Mar Negro", informou a FAO.

Já o Índice de Preços da Carne da FAO apresentou média de 162,5 pontos em março, levemente acima (0,6 ponto ou 0,4%) do registrado em fevereiro, dando sequência na tendência de modesta volatilidade de preços observada nos últimos meses. "As cotações das carnes suína, bovina e de frango receberam apoio para alta decorrente do incremento na demanda de importação, especialmente da China, apesar das maiores disponibilidades de exportação dos principais fornecedores", apontou o relatório. No entanto, os preços da carne ovina recuaram pelo terceiro mês consecutivo, pressionados pela elevada disponibilidade de exportação da Oceania.

No levantamento mensal da FAO, os preços de laticínios tiveram média de 204,3 pontos em março, alta de 11,9 pontos (6,2%) em comparação com fevereiro, registrando um terceiro aumento consecutivo. No mês, os preços internacionais da manteiga, do leite em pó integral e do queijo subiram, sustentados pelo aumento da demanda por importações em antecipação a um aperto nas disponibilidades de exportação da Oceania, decorrente de um declínio sazonal em sua produção de leite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Em contrapartida, os preços do leite em pó desnatado caíram ligeiramente em relação aos altos valores registrados em fevereiro, refletindo uma desaceleração na demanda por entregas atuais", disse a FAO.

A FAO calcula, ainda, que o subíndice de preço do açúcar ficou em média em 180,4 pontos em março, queda de 3,8 pontos (2,1%) em relação ao mês anterior. O declínio mensal refletiu, em grande parte, as preocupações com perspectivas de ampla produção em alguns dos principais países processadores.

"Espera-se agora que a Índia se torne o maior produtor mundial de açúcar, superando o Brasil, com as últimas estimativas de colheita apontando para um aumento de 8% na temporada 2018/19, em comparação com a safra anterior", explica a organização.

A FAO destaca ainda que a contínua desvalorização do real ante o dólar gerou pressão adicional sobre os preços mundiais do adoçante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar