O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ministro alertou que, caso a Previdência seja desidratada a ponto de trazer uma economia menor que essa, o Brasil não conseguirá “escapar da armadilha”
O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira, 20, que a marca de R$ 1 trilhão é importante para a reforma da Previdência. Segundo ele, caso a reforma seja desidratada e não se atinja uma economia neste valor, as novas gerações serão comprometidas.
"Consideramos R$ 1 trilhão uma marca importante. Na transição para o regime de capitalização, que vai acelerar o crescimento brasileiro, democratizar a poupança e permitir que as futuras gerações sejam protegidas, R$ 1 trilhão é a marca", afirmou Guedes, em rápida entrevista a jornalistas na portaria do Ministério da Economia.
"Abaixo de R$ 1 trilhão, você já começa a comprometer o lançamento para as novas gerações, porque vamos lançar um regime de capitalização. E nós precisamos de uma folga, um impulso fiscal, suficiente - ou seja, acima de R$ 1 trilhão - que nos permita lançar o sistema novo", acrescentou o ministro.
De acordo com Guedes, caso a reforma seja desidratada, o Brasil não conseguirá "escapar desta armadilha".
Guedes também defendeu sua reforma dizendo que ela vai atingir todos os brasileiros. "A (reforma da) Previdência vem para remover privilégios, reduzir desigualdades e principalmente botar o Brasil para crescer", disse o ministro.
Segundo ele, a reforma busca garantir a solvência da Previdência e, mais do que isso, o crescimento econômico e a geração de empregos. "Então, todas as sugestões dos governadores, que estão também afundados na mesma crise, conosco, estão sendo bem recebidas", disse Guedes, que mais cedo havia participado de reunião com governadores sobre a reforma. "Nossa solução é abrangente o suficiente, ampla o suficiente, para haver este espaço de acomodação", acrescentou, em referência a sugestões dadas pelos governadores a respeito do texto apresentado.
Leia Também
Questionado sobre críticas feitas mais cedo pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), à proposta, Guedes buscou esclarecer a questão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Segundo o ministro, a proposta prevê o pagamento de um benefício de R$ 400 a partir dos 60 anos para quem comprovar que está em situação de miserabilidade. "As pessoas, às vezes com 60 anos, só receberão isso (salário mínimo) aos 70 anos?", questionou Guedes. "Ele (Dino) achava que devia ser aos 65 anos. Nós abrimos essa possibilidade de que a pessoa, já aos 60 anos, receba parte do salário mínimo, R$ 400, de forma que, quando chegar aos 70 anos, receba o salário inteiro", disse.
Conforme Guedes, isso é para evitar que o brasileiro não contribua. "Porque ele (o contribuinte) pode falar: 'olha, se não contribuir ou contribuir, aos 65 anos vou ganhar o (salário) mínimo do mesmo jeito, eu prefiro não contribuir'", disse Guedes. "Então, deixa receber um pouco menos antes e, se ficar até os 70 anos, ele recebe o salário inteiro", pontuou.
O ministro explicou que esta antecipação tem um custo de R$ 50 bilhões ou R$ 60 bilhões. "Isso é uma coisa que estávamos pagando para tornar acessível mais cedo. Ao mesmo tempo, impedir que houvesse pessoas que não contribuíssem", explicou. "Na verdade, criamos uma facilidade. Se os governadores acharem que isso é ruim, ganhamos mais R$ 50 bilhões ou R$ 60 bilhões. Nós podemos tirar isso. Nós temos flexibilidade."
Guedes também fez acusações dizendo que "grupos de interesses corporativos privilegiados têm impedido a reforma há décadas". O ministro afirmou que "menos de 6 milhões de pessoas têm impedido uma reforma que pode ajudar 200 milhões de brasileiros". "E estes menos de 6 milhões têm tido sucesso porque mentem, jogam com falsidades, com coisas que não são corretas, e a mídia tem que esclarecer isso."
De acordo com o ministro, surgirão críticas "aqui e ali" à reforma apresentada, mas a imprensa precisará mostrar que os grupos de interesse têm impedido mudanças há décadas.
Qualificando a imprensa como "quarto poder", Guedes afirmou que ela tem um papel "definitivo" a ser jogado: o de ajudar a esclarecer os mal-entendidos. "A reforma da Previdência é essencial. Essa nova Previdência é essencial, porque a antiga, antes de o País envelhecer, já está na ameaça de insolvência. Então, vocês (jornalistas) têm o papel de esclarecer", afirmou.
*Com Estadão Conteúdo.
Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas
Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco
Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção
Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]
A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais
Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal
Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação