Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Clima tenso em Brasília

Centrão coloca em votação “pacote de maldades”

Ordem é desengavetar projetos que estavam "adormecidos" no Congresso e possam dificultar a vida do governo

Câmara dos Deputados
Câmara dos Deputados. - Imagem: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Insatisfeitos com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de não negociar com partidos, líderes do Centrão decidiram emparedar o Palácio do Planalto. A ideia é lançar um "pacote de maldades" para deixar o Executivo refém do Congresso. A primeira medida foi aprovar na noite desta terça-feira, 26, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de 2015 que engessa o Orçamento. Além disso, deputados querem agora restringir até mesmo o poder do presidente de editar medidas provisórias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ordem é desengavetar projetos que estavam "adormecidos" nos escaninhos do Congresso e possam dificultar a vida do governo. Nos bastidores, o confronto já é comparado aos tempos em que o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso da Lava Jato, armava as chamadas "pautas-bomba" contra o governo da petista Dilma Rousseff, deposta em 2016, após um processo de impeachment. Naquele período, o bloco conhecido como Centrão dava as cartas e impunha seguidas derrotas ao Planalto.

Apesar dos discursos de pacificação feitos por ministros, a Câmara está cada vez mais rebelada. Líderes partidários convenceram o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a colocar na pauta de votação, por exemplo, um tema indigesto para Bolsonaro. Na prática, a proposta engessa o governo ao determinar que todas as repartições federais sejam impedidas de promover gastos sem o aval do Legislativo.

Atualmente, como o Orçamento é apenas autorizativo, a equipe econômica tem liberdade para redefinir algumas despesas. A proposta, porém, também obriga o governo a aplicar 1% da receita corrente líquida em emendas coletivas. Hoje, não há na Constituição previsão de obrigatoriedade para emendas de bancada - tradicionalmente usadas como moeda de troca para atendimento de redutos eleitorais dos parlamentares.

Bloqueio

A decisão dos líderes de partidos no sentido de enquadrar o Planalto ocorreu após o governo anunciar um bloqueio de R$ 29,8 bilhões no Orçamento deste ano e também contou com o apoio do PSL, partido de Bolsonaro. "É o Legislativo reafirmando suas atribuições. É assim em qualquer democracia do mundo", afirmou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após dias de embate com Bolsonaro, por causa da reforma da Previdência, Maia negou que a decisão de ressuscitar uma PEC de quatro anos atrás - já aprovada por comissões da Casa para deixar o Orçamento da União impositivo - fosse um "troco" no governo. "Não cabe retaliação a ninguém, pelo amor de Deus", reagiu ele.

Leia Também

GOLAÇO PARA O VAREJO

“Efeito Copa do Mundo”: varejo brasileiro deve bombar horas antes dos jogos, e não durante as partidas, diz BTG

EL NIÑO?

Qual a chance de um “super” El Niño acontecer?

Em conversas reservadas, no entanto, líderes e dirigentes de partidos não escondem o descontentamento com o governo. Dizem que Bolsonaro colou em todos o carimbo da "velha política", movida por cargos e emendas. A intenção é descaracterizar que a disputa se trava entre a "velha política" e a "nova política" e mostrar um embate institucional, que juntaria partidos de direita, centro e até da esquerda, como o PT e o PCdoB.

Com três ministérios (Casa Civil, Saúde e Agricultura), além do comando da Câmara e do Senado, o DEM puxa a fila dos partidos que não querem saber de integrar a base aliada do governo. "Até mesmo o PSL está dividido", observou Elmar. "Esse assunto de entrar na base não passa nem longe nas nossas discussões. Estamos acertando como será a nossa atuação na Câmara daqui para a frente", disse o líder do PP, Arthur Lira (AL).

Depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter sido aconselhado a faltar nesta terça a uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para debater a reforma da Previdência por falta de ambiente político), o titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, desembarcou no fim do dia na Câmara. Sua intenção era conversar individualmente com líderes, mas eles só aceitaram uma reunião conjunta. "Queremos construir um pacto de convivência", apelou Onyx. "Estamos buscando com humildade, fé e paciência a construção de um entendimento."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vistos

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) reuniu nesta terça-feira assinaturas de líderes de nove partidos para levar à votação no plenário do Senado uma proposta que derruba a isenção de vistos para cidadãos da Austrália, Canadá, Estados Unidos e Japão entrarem no Brasil.

A medida, anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada, entra em vigor no dia 17 de junho. As assinaturas dos líderes correspondem às de 41 dos 81 senadores, o que possibilita a discussão da medida em caráter de urgência na semana que vem. Segundo Randolfe, a isenção ofende o princípio internacional da reciprocidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
18 de maio de 2026 - 8:42
Loja da Riachuelo 15 de maio de 2026 - 19:48
desenrola caixa economica federal (1) 15 de maio de 2026 - 16:20
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 15 de maio de 2026 - 15:42
Logo Smart Fit e fundo que remete a ESG 15 de maio de 2026 - 13:30
CNH 15 de maio de 2026 - 11:46
ID da foto:2206863969 14 de maio de 2026 - 11:27
Carteira de Trabalho | Seguro-desemprego 14 de maio de 2026 - 5:53
shein shopee aliexpress varejistas taxa das blusinhas renner lren3 13 de maio de 2026 - 18:57
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia