O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Relator pede mais prazo para possível alteração de parecer e comissão volta a se reunir na terça-feira da próxima semana. Mercados aprofundam piora
O relator da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, delegado Marcelo Freitas, fará mudanças no seu parecer que até então era favorável integralmente ao texto enviado pelo Executivo. Com isso, a votação prevista para hoje deve ocorrer só na semana que vem.
A reação do mercado foi negativa. Confirmado o adiamento, o dólar intensificou alta, o Ibovespa aprofundou queda e os juros futuros apontaram para cima.
Após reunião com líderes partidários, Freitas foi à CCJ solicitar mais uma sessão para que possa “analisar cuidadosamente” os temas colocados nos debates e apresentar “ou não” uma complementação de voto, que atenda “plenamente” os interesses da sociedade.
Após a fala de Freitas, o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, encerrou a sessão e convocou nova reunião para terça-feira da próxima semana.
O presidente da CCJ ponderou que a postergação não traria prejuízos aos trabalhos da comissão, tendo em vista que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prevê a instalação da Comissão Especial apenas no dia 7 de maio.
Na noite de ontem já corriam notícias sobre possível alteração. O atraso e o novo parecer ajudam a reforçar a percepção sobre a fraca capacidade de articulação do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.
Leia Também
A CCJ seria o passo "mais tranquilo" na tramitação da reforma, pois não há discussão de mérito, apenas se o projeto segue os preceitos constitucionais. Além de ser uma avaliação "técnica", a oposição, apesar de barulhenta, não contaria com votos suficientes para barrar um relatório.
No entanto, esse recuo e a modificação no texto em ambiente que não seria o próprio para isso, mostram que o governo não conseguiu aglutinar os votos necessários, no caso metade mais um dos 66 deputados da CCJ.
A dúvida que paira, agora, é que pontos Freitas vai tirar ou alterar do relatório. Entre os pontos mais citados estão o fim do abono salarial, o pagamento de multa do FGTS para aposentado e a desconstitucionalização de matérias relacionadas à previdência.
Dependendo do que for mudado pode até ser que a tramitação na Comissão Especial seja menos traumática, mas ceder logo da CCJ é sinal de fraqueza do governo, o que pode abrir caminho para uma desidratação ainda maior. O almejado R$ 1 trilhão de Paulo Guedes fica cada vez mais distante.
A mudança no texto foi anunciada após uma suspensão dos trabalhos feita pelo presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini, atendendo a um pedido do próprio relator.
Até então, a CCJ tinha ficado mais de uma hora discutindo questões regimentais. A oposição tumultuava os trabalhos, como disse que faria, reclamando do acesso limitado à comissão, das atas das últimas reuniões e até de decisão do ministro da Justiça, Sérgio Moro, de atender a pedido para presença da Guarda Nacional na Esplanada dos Ministérios.
O presidente Francischini, no entanto, vinha tentando dar celeridade aos trabalhos, rejeitando requerimentos, e tentando fazer uma inversão de pauta para votação ainda hoje.
O Seu Dinheiro foi atrás de todas as informações que você precisa antes de ir para o Lollapalooza 2026; veja o “manual de sobrevivência”
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário