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Aeronave da Ethiopian Airlines caiu neste domingo, deixando 157 vítimas. Modelo de avião é o mesmo envolvido em tragédia de 2018

O acidente com o Boeing 737 MAX da Ethiopian Airlines, que deixou 157 vítimas entre passageiros e tripulantes neste domingo (10), chamou a atenção da comunidade aeronáutica por conta da proximidade temporal entre ele a a queda de outra aeronave do mesmo modelo.
Em 29 de outubro do ano passado, um avião da companhia Lion Air caiu deixando 189 mortos na Indonésia.
Embora não haja evidências de que os dois incidentes tenham qualquer relação de causalidade até o momento, o curto intervalo de tempo entre eles virou destaque em veículos de imprensa mundo afora.
O avião acidentado da Ethiopian levantou voo hoje em boas condições de tempo a partir do aeroporto de Bole, em Adis Abeba, mas perdeu contato apenas seis minutos depois da decolagem. No ano passado, o Boeing 737 da Lion Air também caiu poucos minutos após deixar o aeroporto de Jacarta.
Segundo o The New York Times, autoridades estão investigando se mudanças recentes em um sistema de controle automático do modelo podem ter levado o voo de hoje a um “mergulho irrecuperável”. Ao jornal americano, a Ethiopian disse que o avião foi submetido a uma manutenção rigorosa em fevereiro.
A hipótese é a mesma levantada pelas investigações do acidente da Lion Air, que também sofreu um mergulho abrupto em 2018.
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Oficiais americanos e indonésios concluíram à época que o acidente pode ter sido indiretamente causado por uma atualização no software, que deveria prevenir eventuais perdas de sustentação do avião. Se alimentado com as informações erradas, porém, o sistema pode levar o avião a uma descida fatal.
De acordo com alguns sindicatos de pilotos, a mudança no sistema de controle – e como desativá-lo – não foi devidamente explicada aos profissionais da categoria.
O Boeing 737 MAX é o avião comercial mais vendido do mundo. Apenas no final de janeiro, 350 unidades foram entregues a seus compradores, de um total de 5.011 pedidos, segundo o site da fabricante.
O modelo tem quatro variações, dependendo do número de assentos disponíveis: são eles MAX 7 (172 assentos), MAX 8 (210), MAX 200 (220) e MAX 9 (230).
O primeiro voo da quarta geração do 737, criada para viagens curtas e médias, foi realizado em janeiro de 2016. Há dois anos, a aeronave passou a ser entregue por encomendas.
Em seu Twitter, a Boeing se manifestou sobre o ocorrido. A companhia se disse profundamente triste com a morte dos passageiros e tripulantes do voo 302 da Ethiopian, e enviou suas condolências às famílias das vítimas.
https://twitter.com/BoeingAirplanes/status/1104704121066659841?ref_src=twsrc%5Egoogle%7Ctwcamp%5Eserp%7Ctwgr%5Etweet
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