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No acumulado do ano até maio, o ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 35,137 bilhões
Os Investimentos Diretos no País (IDP) somaram US$ 7,070 bilhões em maio, informou nesta segunda-feira, 24, o Banco Central. O resultado ficou abaixo da mediana, de US$ 7,500 bilhões, das estimativas apuradas pelo Projeções Broadcast, que iam de US$ 3,200 bilhões a US$ 8,500 bilhões. Pelos cálculos prévios do Banco Central, o IDP de maio indicaria entrada de US$ 7,500 bilhões.
No acumulado do ano até maio, o ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 35,137 bilhões. A estimativa do BC para este ano, atualizada em março, é de IDP de US$ 90,0 bilhões em 2019.
No acumulado dos 12 meses até maio deste ano, o saldo de investimento estrangeiro ficou em US$ 96,569 bilhões, o que representa 5,19% do Produto Interno Bruto (PIB).
O investimento estrangeiro em ações brasileiras ficou negativo em US$ 2,866 bilhões em maio, informou o Banco Central. Em igual mês do ano passado, o resultado havia sido negativo em US$ 1,578 bilhão.
No acumulado do ano até maio, o saldo estava negativo em US$ 4,236 bilhões. Pelos cálculos do BC, o saldo das operações de investidores estrangeiros no mercado de ações será positivo em US$ 5,0 bilhões em 2019. Esta projeção considera as ações negociadas em bolsas brasileiras e no exterior e os fundos.
O investimento em fundos de investimentos no Brasil ficou positivo em US$ 417 milhões em maio. No mesmo mês do ano passado, havia sido negativo em US$ 2,825 bilhões. No acumulado do ano até maio, houve aportes de US$ 2,192 bilhões dos fundos de investimentos.
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Já o saldo de investimento estrangeiro em títulos de renda fixa negociados no País ficou positivo em US$ 2,163 bilhões em maio. No mesmo mês do ano passado, havia ficado negativo em US$ 1,982 bilhão.
No ano até maio, o saldo em renda fixa ficou positivo em US$ 12,098 bilhões. Para 2019, a estimativa do BC é de entradas de US$ 10,0 bilhões nas operações com renda fixa.
O Banco Central informou que a taxa de rolagem de empréstimos de médio e longo prazos captados no exterior ficou em 86% em maio. Esse patamar significa que não houve captação de valor em quantidade para rolar compromissos das empresas no período.
O resultado ficou abaixo do verificado em maio do ano passado, quando a taxa havia sido de 104%.
De acordo com os números apresentados nesta segunda-feira pelo BC, a taxa de rolagem dos títulos de longo prazo ficou em 7% em maio. Em igual mês de 2018, havia sido de 128%. Já os empréstimos diretos atingiram 153% no mês passado, ante 94% de maio do ano anterior.
No ano até maio, a taxa de rolagem total ficou em 61%. Os títulos de longo prazo tiveram taxa de 34% e os empréstimos diretos, de 97% no período. O BC estima taxa de rolagem de 100,0% para 2019.
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