🔴 FÁBRICA DE AGENTES DE IA: TENHA ACESSO AOS MESMOS AGENTES AUTÔNOMOS USADOS NA EMPIRICUS – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Por dentro do BC

Deixamos claro que estamos mais confortáveis com inflação, diz Campos Neto

Sobre a condução dos juros, o presidente do Banco Central ponderou que a questão não é o sinal, mas sim a intensidade

Roberto Campos Neto
Roberto Campos Neto - Imagem: Flickr Banco Central do Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, ressaltou que a instituição mudou a sua linguagem na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em relação à anterior. "Dizemos muito claramente que estamos mais confortáveis com o cenário inflacionário", disse, durante apresentação em evento da XP Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Campos Neto reiterou que a atividade econômica prescreve política monetária estimulativa, mas ponderou que a questão não é o sinal, mas sim a intensidade.

Campos Neto disse que, no cenário interno, o ponto é a relação entre o hiato do produto a inflação. "Tentamos um pouco quantificar a relação do hiato com inflação. Em outros países com hiato não tão negativo tem espaço para inflação maior. Por que no Brasil, com hiato tão negativo, o espaço é menor? É difícil calcular, assim como a taxa estrutural de longo prazo, que tem exercícios com varias interpretações, mas estamos tentando comunicar pra todos a forma como olhamos isso", disse.

No cenário externo, o presidente do BC disse que há uma dúvida sobre o que tem gerado a desaceleração global da atividade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Há por trás o tema do crédito que é muito importante. Tivemos uma pequena perspectiva de crescimento nos EUA e os agentes anteciparam juros mais altos, o que gerou efeito pobreza grande dos mercados de capitais e isso reverteu o processo. Estamos meio presos. Se cresço, antecipo juros mais altos, gera efeito pobreza e cancela o crescimento", disse.

Leia Também

BARGANHA GEOPOLÍTICA

Xi Jinping tem arma contra Trump que pode beneficiar uma empresa no Brasil, defende BTG

MUITO CUIDADO

Suzano (SUZB3) ou Klabin (KLBN11)? Bradesco BBI analisa setor de papel e celulose e apresenta sua “top pick”

Receita

Campos Neto afirmou ainda que a instituição tem uma "enorme preocupação" com o crescimento econômico, mas que o receituário para a expansão da economia é a manutenção da inflação sob controle em regime que tenha credibilidade.

"A diferença não está na identificação, mas sim na receita. Achamos que o receituário é inflação sob controle num regime de credibilidade, é muito importante", disse, em sessão de perguntas e respostas em evento da XP Investimentos, após concluir sua apresentação.

Campos Neto ressaltou que, no passado, houve redução da Selic sem credibilidade. "Caiu o juro e
o que se produziu foi aperto, porque não tinha credibilidade", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do BC disse também que a economia não "roda" somente via Selic, mas também por meio de outras questões, como a curva longa de juros e o câmbio. "Estimular a economia é das do condições financeiras. A Selic é onde o BC tem para trabalhar, mas tem todo um tema da credibilidade para trabalhar", disse.

Reforma é o que importa

O presidente do Banco Central disse também que, no que tange aos riscos, a instituição enumerou que, predominantemente, a preocupação é a com a reforma da Previdência. "Não é um sistema mecânico, mas vamos aguardar de hoje até a última reunião para ver como esses fatores (de risco) se comportam e vamos fazer uma análise".

Campos Neto ressaltou que o debate é sobre intensidade, não sobre sinal. "Queremos garantir inflação de longo prazo na meta com credibilidade", afirmou também.

Em resposta a uma pergunta sobre o fato de o BC ter trabalhado nos últimos anos com uma inflação um pouco abaixo do centro da meta, em vez de chegar ao centro da meta, Campos Neto disse que a história brasileira "mostra o contrário", com a inflação acima da meta na maioria das vezes. "Por alguma razão as pessoas toleram mais ficar acima do meta do que abaixo", disse. "O importante é convergir, gerar credibilidade, olhar um prazo mais longo, aumentar o duration", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do BC disse ainda que, no cenário internacional, há um medo de que instrumentos hoje utilizados não são mais tão eficazes, citando, entre alguns exemplos, o juro negativo. "A taxa negativa tende a funcionar mais onde o sistema é mais bancarizado e funciona menos onde é mais capital market", disse.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 21 de setembro de 2026 - 5:50
Fritz Haber Nobel de Química 19 de setembro de 2026 - 10:39
Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, aparece em uma montagem com a frase: Risco do Brasil quebrar é zero 18 de setembro de 2026 - 15:29
Mega-Sena, Quina e Lotofácil tiveram ganhadores ontem. 18 de setembro de 2026 - 6:43
Imagem de moedas e uma calculadora com setas representando alta 17 de setembro de 2026 - 20:20
17 de setembro de 2026 - 14:03
Celular com homem usando plataformas de apostas online 17 de setembro de 2026 - 13:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar