O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Relatório de Inflação reafirma importância das reformas. Agora é aguardar Roberto Campos Neto para ver se ele tira alguma pista sobre o futuro da Selic do bolso

O Relatório de Inflação do Banco Central (BC) mostra um cenário que autorizaria cortes da Selic, que está em 6,5% desde março do ano passado, sem preocupação. A inflação está ao redor das metas até 2021, considerando diferentes parâmetros. Mas o documento também reforça a necessidade de “avanços concretos” na agenda de reformas para a consolidação desse cenário.
Em termos de pistas sobre o futuro da taxa Selic, novidade pode (ou não) ser dada pelo presidente Roberto Campos Neto em entrevista às 11 horas.
De resto, o documento apenas reforça o já dito na ata divulgada na terça-feira, na qual o BC reiterou a importância das reformas e não da Selic para a retomada da atividade.
O BC também atualizou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019. A previsão caiu para 0,8% de 2% divulgada em março. A mediana do mercado captada pelo Focus é de 0,87%. O BC também já disse esperar estabilidade do PIB no segundo trimestre e que trabalha com recuperação gradual ao longo do ano.
Também temos novas projeções para o crescimento do mercado de crédito, que foi reduzida de 7,2% para 6,5%. Segundo o BC, a revisão considera os dados já observados e a evolução da economia. O crédito na modalidade livre e para as famílias continuará puxando a expansão, com crescimentos de 11,6% e 13%, respectivamente.
O BC apresenta quatro cenários diferentes de projeção. No cenário com Selic constante em 6,5% e câmbio de R$ 3,85 ao longo de todo o horizonte de projeção, temos Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 3,6% no fim desde ano, 3,7% em 2020 e 3,9% em 2021.
Leia Também
Lembrando que as metas são de 4,25% neste ano, 4% em 2020 e 3,75% em 2020. Há banda de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ainda hoje, o Conselho Monetário Nacional (CMN) apresenta a meta de inflação para 2022, e a expectativa é de redução para 3,5%.
De volta às projeções, nesse cenário, que era conhecido como cenário de referência, a probabilidade de o IPCA ficar acima da banda de tolerância é de 1% e de cair abaixo de 2,75% é de 17%. Para 2020, essas probabilidades situam-se ao redor de 10% e 20%. Para 2021, as probabilidades são de 17% para o limite superior e 12% para o limite inferior.
Considerando as trajetórias do Focus, com Selic de 5,75% em 2019, 6,5% em 2020 e 7,5% em 2021, o IPCA termina o ano em 3,6%, sobe a 3,9% em 2020 e 2021.
Aqui, as probabilidades estimadas de a inflação ultrapassar os limites superior e inferior do intervalo de tolerância da meta em 2019 são 1% e 16%, respectivamente. As probabilidades referentes aos limites superior e inferior para os anos seguintes situam-se ao redor de 12% e 16% (2020) e de 17% e 12% (2021).

GUERRA DO DELIVERY
MOVE BRASIL
NOSTALGIA
QUALIDADE DE VIDA
ESTRELA PAROU DE BRILHAR?
LEVANTAMENTO EXCLUSIVO
SÓ DEU LOTOFÁCIL
UMA HERANÇA INDESEJADA
GUIA DOS VESTIBULANDOS
CUSTO DE VIDA
REALIDADE vs. EXPECTATIVA
VESTIBULAR
Toneladas e mais toneladas
SAÚDE
DESCANSE EM PAZ
LOTERIAS
O PLANO BILIONÁRIO DA ESTATAL
NEYMAR VAI!
INVESTIMENTO VERDE