Menu
2019-08-13T09:35:44-03:00
um foco de tensão

Candidato opositor na Argentina critica acordo Mercosul-UE e chama Bolsonaro de racista e misógino

De acordo com o candidato kirchnerista, acordo firmado entre os dois blocos nunca existiu; ele voltou a dizer que Macri é quem coloca o País em virtual default 

13 de agosto de 2019
9:35
Alberto Fernández
Imagem: Televisón Pública Noticias

Vencedor das primárias de domingo na Argentina, o candidato kirchnerista Alberto Fernández criticou, em entrevista na noite desta segunda-feira, 13, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.

De acordo com ele, o acordo firmado entre os dois blocos nunca existiu. "As pautas iniciais são desvantajosas à Argentina", afirmou ao programa Coreia do Centro, do canal argentino NET TV.

Fernández também criticou o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, mas disse que vai respeitá-lo "institucionalmente", caso saia vencedor da corrida presidencial. "Celebro que ele fale mal de mim. É um racista, misógino, violento", afirmou.

A fala foi uma resposta ao que disse Bolsanaro ontem: que a região sul do Brasil pode ter uma onda migratória similar à de Roraima caso Fernández, que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice, fosse eleito. Ele disse, contudo, ter um pedido a Bolsonaro: "que deixe Lula Livre".

'Não quero a Argentina em default'

Fernández voltou a dizer que o presidente da Argentina, Mauricio Macri, é quem coloca o país em virtual default  - pois os bônus argentinos já são negociados sob a administração dele "a um preço de país em default".

A chapa encabeçada por Macri, que tenta a reeleição, ficou em segundo lugar nas primárias, com 32%. Fernández  teve 47% dos votos. "Eu não quero a Argentina em default. Não quero de modo qualquer. Custa muito cair em default", disse.

Para Fernández, a forma de evitar um calote da dívida soberana é colocar a economia em marcha. Ele criticou a subida recente dos juros para conter a desvalorização do peso. "Não quero que a Argentina funcione a uma taxa de juros de 70%."

*Com imprensa internacional e Estadão Conteúdo 

Comentários
Leia também
Um self service diferente

Como ganhar uma ‘gorjeta’ da sua corretora

A Pi devolve o valor economizado com comissões de autônomos na forma de Pontos Pi. Você pode trocar pelo que quiser, inclusive, dinheiro

entrevista

‘Não se pode esperar para cortar privilégio’, diz ex-secretário do Ministério da Economia

Paulo Uebel defende que o Congresso aprove uma regra de transição na proposta da reforma administrativa para incluir o fim dos privilégios que grupo de servidores atuais ainda goza

Aposente-se aos 40 (ou o quanto antes)

100 dias entre o fundo e topo do mercado

Até aqui, 2020 foi o ano de Amyr Klink, em que aqueles que souberam capotar (entre janeiro e o final de março), passaram pela tempestade sem afundar de vez em mar aberto

inflação de alimentos

Após ouvir cobrança, Bolsonaro reforça que preço do arroz não será tabelado

Ministra da Agricultura avisou que atual patamar de preços só deve baixar mesmo a partir de 15 de janeiro, quando entrar a safra brasileira.

ranking da forbes

Varejo invade lista de mais ricos do Brasil; saiba mais sobre os bilionários

Luiza Trajano, Ilson Mateus e Luciano Hang chegam entre os 10 mais ricos do país, em um ano marcado por mudanças no setor varejista, alta das ações e IPOs

Seu Mentor de Investimentos

Como proteger seus investimentos diante do risco de sanções comerciais por causa das queimadas

País tornou-se um pária no mundo por conta do que acontece no Pantanal e na Amazônia, diz colunista Ivan Sant’Anna; ele aponta uma série de tipos de ativos que podem estar imunes a uma eventual protesto da comunidade internacional

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements