O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Fundos de ações chegaram a uma captação líquida de R$ 67,5 bilhões, quase três vezes ante o mesmo intervalo de 2018 e se destacaram como a classe que mais atraiu recursos até novembro

A indústria de fundos registrou captação líquida de R$ 228,1 bilhões de janeiro a novembro de 2019, um aumento significante em relação ao mesmo período de 2018, quando a indústria captou R$ 69,1 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
O acumulado deste ano já encosta no recorde de 2017, quando captou R$ 245,7 bilhões. Os fundos de ações chegaram a uma captação líquida de R$ 67,5 bilhões, quase três vezes ante o mesmo intervalo de 2018 e se destacaram como a classe que mais atraiu recursos até novembro.
Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) vêm em segundo, mas o dado é distorcido por uma única operação. A categoria somou R$ 59,7 bilhões, na comparação com R$ 6,5 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2018.
Os fundos multimercado vêm em terceiro lugar entre os que mais captaram, com a categoria registrando captações de R$ 57,4 bilhões, 47% acima de 2018. Os fundos de renda fixa captaram R$ 31,6 bilhões, 62% acima de janeiro a novembro do ano passado.
Em termos de rentabilidade, os fundos de ações de small caps registraram a maior rentabilidade, atingindo 35,5% no acumulado de janeiro a novembro, seguido pela renda fixa soberana de vencimento mais longo (+16,4%) e multimercados de investimento no exterior (12,7%).
De acordo com o vice-presidente da Anbima, Carlos André, a continuidade de fechamento da curva de juro contribuiu para a renda fixa, em especial para as curvas mais longas.
Leia Também
Os títulos públicos federais têm participação de 49,3% na carteira dos fundos até novembro, refletindo, de acordo com André, o excesso desses papéis na carteira dos bancos.
Ele notou, por outro lado, que os títulos privados corporativos já possuem participação superior (9,9%) ao registrado em dezembro de 2018 (8,7%), com destaque para as debêntures.
*Com Estadão Conteúdo
HAJA VIGILÂNCIA
DINHEIRO DE VOLTA
REFRIGERANTE SABOR FALÊNCIA
Conteúdo Empiricus
ONDE INVESTIR NO 2º SEMESTRE
ATENÇÃO TRABALHADORES
Conteúdo Empiricus
CASO DE POLÍCIA
ATENÇÃO BENEFICIÁRIOS
HAJA COINCIDÊNCIA
PROFECIA AUTORREALIZÁVEL
CARA E COROA
ATENÇÃO BENEFICIÁRIOS
AGENDA MENSAL DOS BENEFÍCIOS
INVESTIMENTOS
Conteúdo SD Select
DIVISÃO DESIGUAL
DO RECORDE AO TOMBO
GRANDES FORTUNAS
TRABALHA E TRABALHA