🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Davi x Golias

Small caps, as pesos-mosca da bolsa que prometem retornos expressivos com a retomada da economia

Ações de empresas de menor capitalização, as small caps têm tudo para passar por uma onda volumosa de ganhos no médio e longo prazo. Mas é preciso ter em mente os riscos associados a esses papéis

Victor Aguiar
Victor Aguiar
8 de julho de 2019
5:22 - atualizado às 19:30
Ilustração de Davi derrotando Golias
Na bolsa, Davi também pode derrotar Golias - Imagem: Shutterstock

Todo mundo adora uma boa história de superação. Sabe como é, quando aquele azarão surpreende o mundo e derrota o favorito — pense no Rocky Balboa virando uma luta praticamente perdida, ou no Luke Skywalker e os rebeldes desafiando o Império Galático. Ver os pequenos derrotando os grandes dá aquela sensação de bem-estar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pois saiba que esse enredo não precisa ficar restrito ao universo do cinema ou da literatura: no mundo do mercado financeiro, é perfeitamente possível ver Davi derrotando Golias. Basta olhar com atenção para as small caps — as ações das empresas de menor capitalização — e identificar as melhores oportunidades.

É claro que essa não é uma missão simples, já que essa é uma modalidade de investimento que exige estudo e disciplina. E, para dificultar ainda mais, o universo de companhias com esse perfil é muito grande, o que pode dar a impressão de que o desafio é praticamente impossível.

E é por isso que eu entrei em contato com muitos analistas e especialistas nesse assunto nos últimos dias — se preferir, pode chamá-los de Mestres Miyagi. E eles me passaram uma rotina de treinamentos para que você, investidor pessoa física, também possa se transformar num Karate Kid.

Como ponto de partida, é importante destacar que as small caps são opções mais arriscadas. Sem dúvida, é mais fácil e cômodo partir para ações de empresas de grande porte, como Petrobras ou Vale, uma vez que há um amplo leque de informações disponíveis a respeito dessas empresas — e, em geral, um número maior de casas de análise acompanha tais ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas quem tiver disposição para procurar boas small caps pode encontrar tesouros escondidos: num cenário de economia aquecida, essas ações podem ter um elevado potencial de valorização no médio e longo prazo. Afinal, as empresas de menor capitalização, caso bem gerenciadas, tendem a apresentar um ritmo de expansão mais elevado.

Leia Também

Um termômetro importante para as ações de empresas de menor capitalização é o índice de small caps da B3 (SMLL) — uma carteira que, atualmente, é composta por 75 ativos. No primeiro semestre de 2019, esse portfólio acumulou ganhos de 19,26%, um desempenho superior ao do Ibovespa no mesmo período.

E o que explica essa alta mais forte do índice de small caps? Bom, em linhas gerais, as companhias de menor porte estão mais ligadas ao mercado doméstico, e, assim, perspectivas melhores para economia local dão força extra a esse tipo de ativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Ah, mas o boletim Focus projeta um crescimento de menos de 1% para a economia local", pode pensar um leitor mais atento às projeções do mercado financeiro. Sim, é verdade, mas há outro detalhe importante nas estimativas: entre 2020 e 2022, o avanço estimado do PIB é de mais de 2% ao ano.

E, dadas as perspectivas de retomada do crescimento econômico e da confiança empresarial a partir da aprovação da reforma da Previdência, o momento parece ideal para apostar que um lutador peso-mosca possa nocautear os campeões dos pesados.

Separando o joio do trigo

Dentro das centenas de opções de small caps atualmente disponíveis no mercado brasileiro, como saber quais são boas opções e quais são furadas? Bom, infelizmente não há uma poção mágica como a do Asterix, que dá força sobre-humana para os gauleses combaterem as tropas romanas. A saída é estudar e analisar bem as diversas variáveis.

Ter conhecimento das métricas financeiras, da estratégia de crescimento e dos diferentes fatores que podem afetar as atividades de uma empresa são fatores fundamentais: não é porque o panorama para small caps está favorável que todos os ativos dessa classe terão um bom desempenho daqui para frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A análise [das small caps] é semelhante à de qualquer outro investimento", destaca Filipe Villegas, analista de ações da Genial Investimentos. "Por exemplo: com a expectativa de aprovação da reforma e de um cenário de juros mais baixos no país, companhias do setor bancário, de varejo e boas pagadoras de dividendos tendem a ir melhor, e dentro dessas possibilidades de escolha, o investidor consegue sim encontrar boas opções".

Todos os meses, a Genial Investimentos divulga uma carteira recomendada com oito ações de empresas de menor capitalização, cada uma com peso relativo de 12,5%. E, para julho, o portfólio da instituição possui ativos bastante diversificados, com companhias de diferentes ramos de atuação.

Procedimento semelhante é adotado pelo BTG Pactual, embora a instituição opte por indicar apenas cinco small caps por mês, todas com o peso de 20% cada. E, para julho, o banco aponta Totvs ON (TOTS3), Omega ON (OMGE3), Ser Educacional ON (SEER3), Santos Brasil ON (STBP3) e Tegma ON (TGMA3) como boas opções de investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E há vários motivos que explicam as preferências do BTG. No caso da Totvs, a estratégia corporativa é apontada como fator de valorização, enquanto a Omega é vista como como uma empresa capaz de entregar crescimento apesar do cenário ainda desafiador no setor de geração de energia.

A Ser Educacional, por sua vez, desponta como a principal escolha da instituição no setor de educação, em meio aos fortes resultados do primeiro trimestre de 2019. O investimento na Santos Brasil tem como base a melhoria na demanda no porto de Santos, enquanto a Tegma se beneficia da recuperação nas vendas de veículos leves.

"A análise é feita caso a caso. Começamos estudando as companhias isoladamente, e depois fazemos uma análise do setor", diz Jerson Zanlorenzi, responsável pela mesa de renda variável do BTG Pactual digital. "Gostamos muito de comparar os cenários das empresas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A corretora Mirae Asset, por sua vez, conta com 10 ativos em sua carteira de recomendações, com participação unitária de 10%. A lista inclui bancos, como o Banrisul; educacionais, como a Estácio; elétricas, como a Taesa; e seguradoras, como a SulAmérica — a única novidade em julho é a inclusão de Via Varejo ON (VVAR3), substituindo as units da Sanepar (SAPR11).

"As small caps são empresas pequenas, que não tiveram uma performance ao longo do tempo tão boa quanto às companhias do Ibovespa", diz Pedro Galdi, analista da corretora. "São papéis que vão ficando meio esquecidos, que não têm aquela demanda forte".

Galdi ainda pondera que, num cenário de recuperação da bolsa, muitos investidores saem à procura desses ativos que ficaram 'defasados' em termos de ajuste de preço, por não estarem tão em evidencia. "Quem compra papéis de empresas pequenas está apostando que, um dia, elas ficarão grandes. Então, são ações que, normalmente, o pessoal carrega por um tempo na carteira, é uma questão de gestão de estratégia".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como você pode perceber, não há nenhuma ação que apareça mais de uma vez nesses três portfólios, reforçando a noção de que há uma gama elevada de opções de small caps a serem analisadas — e diversas jóias a serem garimpadas. No entanto, é preciso ficar atento: também há diversos riscos associados a esses investimentos.

Fique atento

Villegas, da Genial Investimentos, chama a atenção para o fato de que as small caps costumam apresentar níveis maiores de endividamento, uma vez que tais empresas possuem planos para expansão. "Elas acabam ficando mais expostas às oscilações da economia e às dúvidas quanto ao desempenho no futuro. Assim, costumam apresentar maior volatilidade".

Assim, ele pondera que as apostas costumam ser mais bem sucedidas quando o investidor conhece bem o ambiente das ações e está familiarizado com as companhias em que irá alocar os recursos. "Sabendo dos riscos, é possível encontrar small caps tão boas quanto as grandes empresas. No longo prazo, é uma excelente oportunidade".

Linha semelhante é adotada por Zanlorenzi, do BTG Pactual digital. Ele ressalta que as empresas menores são capazes de darem um salto de rentabilidade com a melhora da economia, mas também acabam sofrendo o dobro numa situação de volatilidade — especialmente por não terem liquidez tão elevadas quanto as companhias de maior porte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já Galdi, da Mirae Asset, lembra que, mesmo num cenário de otimismo, as small caps não vão sempre trazer retornos expressivos. "A estratégia de comprar [essas ações] é interessante, mas isso não quer dizer que, no curto prazo, você não possa ter pulos. Teoricamente, você só colhe o fruto mais para frente".

Unidos, venceremos

Assim como os habitantes de Lilliput conseguiram amarrar o gigante Gulliver, as small caps podem se unir para oferecerem retornos maiores que os das grandes empresas da bolsa - Imagem: Shutterstock

Dito tudo isso: é possível investir nas small caps, mas sem correr os riscos mencionados acima? Bom, se você se identifica com essa linha de pensamento, eu trago boas notícias.

Caso você não tenha condições para analisar uma grande quantia de ativos até decidir quais são as melhores opções, uma alternativa bastante comum é o fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) SMAL11. Trata-se de um ativo que replica o índice de small caps da B3 — assim, você pode ter exposição às empresas de menor porte, mas sem estar exposto aos riscos ou inconveniências associadas a esse tipo de investimento.

"Investir num ETF de small caps traz proteção à questão da liquidez, ao mesmo tempo que diminui bastante os perigos associados a uma companhia específica", destaca Zanlorenzi, do BTG Pactual digital. "É difícil que o investidor do varejo consiga fazer uma análise profunda de uma companhia, então, talvez seguir uma carteira ou comprar um fundo possa ser uma vantajoso".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Zanlorenzi ainda ressalta que as small caps são uma opção interessante para quem busca diversificar seu portfólio de investimentos, mesmo que a alocação seja feita num porcentual menor em relação a outros ativos. "Faz sentido apostar em empresas pequenas e com boa eficiência. Elas podem ser mais frágeis, mas também tendem a entregar um retorno maior no longo prazo".

Já Villegas, da Genial Investimentos, destaca que, ao optar pelo ETF, o investidor consegue ter acesso a uma carteira diversificada de empresas de menor porte a um custo relativamente baixo — atualmente, o ativo é negociado por pouco mais de R$ 100.

E como um lote padrão é composto por 10 ativos, seria necessário cerca de R$ 1.000 para começar a investir. "A principal vantagem é essa: com pouco recurso, é possível obter uma carteira bastante diversificada e deixar de lado o pensamento sobre qual a melhor small cap para investir hoje", diz o analista.

Villegas ainda pondera que as empresas de menor capitalização também tendem a ser beneficiadas por um 'efeito manada' a partir da aprovação da reforma da Previdência. Para ele, caso as novas regras da aposentadoria recebam sinal verde, os investidores estrangeiros devem voltar em peso à bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E se é verdade que, num, primeiro momento, os gringos tendem a se concentrar nas empresas maiores e mais tradicionais, num segundo instante, as small caps tendem a também ser mais procuradas pelos estrangeiros — e o potencial de alta dos papéis tende a ser expressivo, já que tais ações são menos visadas.

"Para o investidor que acredita na reforma e tem um pouco de paciência, já que essas empresas tendem a oscilar, eu acredito que as small caps tendem a ter valorizações bem superiores às das empresas de maior liquidez no longo prazo", diz o analista da Genial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SARRAFO ALTO

Petrobras (PETR4) supera meta de produção em 2025; pré-sal e eficiência operacional são as chaves do recorde anual

15 de janeiro de 2026 - 21:01

A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.

CAPITALIZAÇÃO ADIADA

Investigação de Tanure no caso Master leva Alliança Saúde (AARL3) a adiar aumento de capital; empresário se defende

15 de janeiro de 2026 - 20:34

A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira

ESTIMATIVAS ATUALIZADAS

C&A (CEAB3): Citi vê desaquecimento no setor de vestuário e corta preço-alvo em R$ 4; saiba se ainda vale a pena comprar os papéis

15 de janeiro de 2026 - 19:42

Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano

PERDEU FÔLEGO?

Porto Seguro (PSSA3): após alta de 70% em 2 anos, UBS BB revela se ainda há espaço para a ação avançar

15 de janeiro de 2026 - 18:03

O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado

VAZOU

Sem Ilha Dinâmica no iPhone 18 Pro? Entenda o que indica o vazamento da Apple

15 de janeiro de 2026 - 16:01

Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro

RALI AINDA NÃO ACABOU

Ainda tem fôlego? Por que a Eneva (ENEV3) virou a ação favorita do Itaú BBA mesmo após um rali de quase 100%

15 de janeiro de 2026 - 15:42

O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?

MERCADO NÃO GOSTOU

SmartFit (SMFT3) despenca mais de 9% após evento da empresa. É hora de comprar?

15 de janeiro de 2026 - 14:43

Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde

APERTANDO O CINTO

CSN (CSNA3) anuncia plano de venda de ativos para reduzir até R$ 18 bilhões em dívidas; ações recuam na bolsa

15 de janeiro de 2026 - 13:39

A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores

PRÉVIA OPERACIONAL 4T25

Cury (CURY3) dobra geração de caixa no 4T25, e bancões respondem o que fazer com a ação agora

15 de janeiro de 2026 - 13:05

Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel

MERCADO IMOBILIÁRIO

Moura Dubeux (MDNE3) abre caminho para expansão com oferta de quase 9,7 milhões de ações; confira os detalhes da operação

15 de janeiro de 2026 - 12:31

Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda

PRÉVIA OPERACIONAL 4T25

Plano&Plano (PLPL3) mais do que dobra vendas líquidas e ‘compensa’ geração de caixa mais fraca. O que fazer com as ações?

15 de janeiro de 2026 - 11:57

Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado

ENTENDA O MOVIMENTO

Pão de Açúcar (PCAR3) ‘corta asinhas’ de Rafael Ferri e ocupa vagas que ele estava de olho no conselho às pressas

15 de janeiro de 2026 - 10:08

A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro

UPGRADE INESPERADO

Novo Samsung Galaxy S26 vaza — e traz uma melhoria inesperada

15 de janeiro de 2026 - 9:10

Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido 

APAGAM-SE AS LUZES

Após Banco Master, Banco Central aperta o cerco e decreta liquidação extrajudicial da CBSF, antiga Reag; saiba quem é a empresa

15 de janeiro de 2026 - 9:04

Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso

APAGÕES EM SP

O preço de ficar no escuro: Enel é multada em R$ 14 milhões por falhas no fornecimento de energia em 2025

14 de janeiro de 2026 - 19:52

Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões

NO TETO DO RALI

CPFL Energia (CPFE3) chegou ao limite? UBS BB rebaixa ação após alta, mas vê mais dividendos no horizonte

14 de janeiro de 2026 - 13:25

Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%

TROCA-TROCA

BRB convoca assembleia sobre trocas no conselho, em meio a mudanças na liderança após operação da PF envolvendo o Master

14 de janeiro de 2026 - 10:11

Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração

DOBROU A APOSTA

CEO do JP Morgan defende investimento bilionário em inteligência artificial: “Vamos continuar na vanguarda”

13 de janeiro de 2026 - 19:51

Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes

MAIS UMA CRISE A CAMINHO?

Fictor atrasa dividendos de sócios, mas nega insolvência e diz que pagará em fevereiro

13 de janeiro de 2026 - 17:59

Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025

TRÊS ANOS DEPOIS

Escândalo Americanas (AMER3) faz aniversário sem ninguém punido, investidores de ‘mãos abanando’ e empresa encolhida

13 de janeiro de 2026 - 17:00

Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar