O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora mencionado pelos candidatos, o tema não deverá ganhar prioridade em 2019, qualquer que seja o resultado das urnas
O início de um novo governo no Brasil deverá colocar em banho-maria as negociações para um acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia.
Embora os dois candidatos mencionem em seus programas a necessidade de melhorar as condições de acesso ao mercado internacional, o tema não deverá ganhar prioridade em 2019, qualquer que seja o resultado das urnas.
As dificuldades dos europeus com o Brexit (saída do Reino Unido da comunidade europeia) e o calendário eleitoral naquela região também jogarão contra a conclusão do acordo.
Na equipe do candidato Jair Bolsonaro (PSL), há quem defenda acabar com o próprio Mercosul e substituí-lo por um conjunto de acordos bilaterais.
O próprio candidato disse, na propaganda eleitoral, que o bloco precisa ser repensado. Se a ideia for adiante, vai jogar por terra o que se tentou nas duas últimas décadas, que era um entendimento entre dois conjuntos de países.
A equipe de Fernando Haddad (PT), por sua vez, diz que os acordos precisam ser "feitos de maneira estratégica para convergir com nossa política de reestruturação produtiva."
Leia Também
O programa do candidato, apresentado na última quinta-feira, preserva os trechos do documento entregue quando o postulante à presidência era Luiz Inácio Lula da Silva.
O texto acusa o atual governo, "golpista", de praticar uma política externa "submissa", que traz o risco da celebração de acordos comerciais que criam "obstáculos a que governos nacionais e progressistas pratiquem políticas autônomas de desenvolvimento."
Diplomatas que atuaram nas negociações com a União Europeia durante o início do primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006) dizem que, na época, veio do Planalto uma ordem para não fechar o acordo. Na mesma época, foi abandonado o projeto de Área de Livre Comércio das Américas (Alca).
"As negociações continuam", disse à reportagem o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes. Ele contou que houve recentemente uma rodada de negociações de nível técnico em Montevidéu, no qual foram listados os pontos que, na visão do Mercosul, ainda estão pendentes na negociação.
O documento seria enviado como resposta a uma carta da comissária europeia de Comércio, Cecilia Malmström, que igualmente lista os pontos em que não há consenso.
"Nunca estivemos tão perto de fechar essa negociação", assegurou o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge. Os técnicos seguem trabalhando nos temas que faltam.
O professor Oliver Stuenkel, da Fundação Getulio Vargas, disse ter ganho uma aposta que fez com um colega sobre a data de fechamento do acordo.
Ele apostou que não fecharia em 2018. Mas o fato de a aposta ter existido, diz ele, mostra que mesmo entre especialistas houve quem acreditasse na conclusão das negociações. "Agora, a conjunção de fatores favoráveis ao entendimento se foi", disse o professor.
Num esforço para fechar o acordo com a UE, o Mercosul colocou sobre a mesa uma proposta que leva à abertura do mercado local para os europeus. Ficariam exceções, como o vinho brasileiro e os lácteos uruguaios. Em contrapartida, a proposta da UE mantém limites para o ingresso, em seu mercado, dos produtos do Mercosul.
Ela continua impondo cotas consideradas inaceitáveis. É o caso da oferta para a carne bovina. Esse é o ponto em que as negociações empacaram. No momento, os técnicos se dedicam a um paciente trabalho de remover obstáculos um a um. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
*Com Estadão Conteúdo
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro