O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Exportações brasileiras registraram alta de 18% no 3º trimestre enquanto fluxo de outros países do grupo diminuiu puxado por guerra comercial
O comércio exterior brasileiro teve a maior taxa de crescimento entre todos os países do G-20 (grupo dos 20 países mais industrializados do mundo) no terceiro trimestre de 2018, puxado pela China e se aproveitando da crise entre Pequim e Washington.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 28, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e revelam que a guerra comercial já atinge o fluxo de bens pelo mundo e as quedas passam a ser importantes.
Publicados às vésperas da reunião de cúpula do G-20, os dados confirmam o que a Organização Mundial do Comércio (OMC) já vinha alertando: o fluxo de exportações e importações está perdendo força. No terceiro trimestre do ano, o aumento do comércio mundial foi apenas marginal e, segundo a OCDE, só foi positivo diante da alta no preço do petróleo.
Nesse período avaliado, a expansão das exportações no G-20 foi de apenas 0,3%, contra um aumento de 0,7% nas importações. No segundo trimestre, o resultado havia apontado para uma pequena contração.
"Excluindo os grandes exportadores de petróleo, como Rússia e Arábia Saudita, o comércio do G-20 estagnado sugere que a expansão contínua nos últimos dois anos foi interrompida diante do fato de que as medidas protecionistas começam a se fazer sentir", alertou a OCDE.
Nos EUA, as exportações sofreram uma contração de 1,7%. A Europa também registrou uma queda de 0,8% em suas vendas, acumulando já dois trimestres negativos. O mesmo ocorreu na Austrália, Japão, África do Sul, Turquia ou Índia.
Leia Também
Mesmo a China viu uma taxa de aumento nas exportações bem abaixo de sua média dos últimos dez anos. O aumento foi de 2,4% e apenas ficou em um campo positivo por conta da venda de uma plataforma de petróleo ao Brasil. No trimestre anterior, suas vendas tinham contraído em 4,9%.
No caso brasileiro, o crescimento de importações foi de 18% no terceiro trimestre, superando todos os demais países do G-20. As exportações também estiveram acima de todas as demais economias do grupo, com expansão de 5,5%. A taxa superou o aumento de 5,3% da Rússia, beneficiada pela alta do petróleo, ou da Coreia, com 4,7%.
No total, a exportação atingiu US$ 59,8 bilhões, o maior volume pelo menos desde 2016 para um só trimestre. Já as importações somaram US$ 49,5 bilhões, o que também foi o maior volume em dois anos para um trimestre.
A forte alta brasileira também se deu depois de um segundo trimestre de contração nas exportações e importações em valores. Mas a percepção é de que, com as retaliações entre chineses e americanos começando a ser aplicadas, a tendência para o exportador nacional foi revertido.
Salvo em países importadores de petróleo, o trimestre registrou uma forte queda nas compras de algumas das maiores economias do G-20. A queda foi de 14% na Turquia, 8% na Argentina, 10% na Arábia Saudita, 5,2% na Austrália e Rússia, além de uma contração de 1,4% no Canadá e quedas na Coreia e União Europeia.
*Com Estadão Conteúdo
Região concentra minerais-chave da transição energética e pode ganhar protagonismo na disputa entre EUA e China, dizem autoridades
Com bloqueio no Estreito de Ormuz, companhias aéreas cortam rotas e criam taxas extras diante da disparada do combustível
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer