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O cenário para as emissões de ações, incluindo as ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês), pode ser melhor dependendo de medidas como a aprovação da reforma de Previdência, segundo o banco
Depois de um ano devagar, quase parando, o mercado brasileiro deve ter uma retomada das ofertas de ações em 2019. A expectativa é que sejam realizadas entre 10 e 15 operações ao longo do primeiro semestre do ano que vem, de acordo com o Itaú BBA.
A estimativa foi feita por Caio Ibrahim David, vice-presidente do Itaú Unibanco. Ele assume o comando do BBA, que concentra as atividades de banco de atacado e de investimento do maior banco privado brasileiro, a partir de janeiro do ano que vem.
Ele recebeu a imprensa para um almoço na sede do banco junto com o atual presidente do Itaú BBA, Eduardo Vassimon, que deixa o cargo depois de completar a idade limite de 62 anos estabelecida pelo banco.
O cenário para as emissões de ações, incluindo as ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês), pode ser melhor dependendo de medidas como a aprovação da reforma de Previdência, segundo Vassimon.
Questionado sobre a influência do cenário externo nas projeções para as ofertas, o presidente do Itaú BBA disse que uma eventual piora nos mercados lá fora pode afetar o preço, mas não deve inviabilizar as operações.
Neste ano, foram realizadas apenas cinco ofertas de ações até o momento: as aberturas de capital do Banco Inter e das operadoras de planos de saúde Hapvida e NotreDame Intermédica. A mesma Intermédica fechou recentemente uma oferta subsequente (follow on), assim como a locadora de veículos Unidas.
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Se 2019 não promete euforia para as ofertas de ações, as empresas brasileiras devem encontrar um cenário mais promissor para captações com títulos de dívida, como debêntures, segundo os executivos do Itaú BBA.
"O cenário continua muito bom, com bastante demanda", afirmou David aos jornalistas.
O mercado de fusões e aquisições também deve se manter aquecido ao longo do ano que vem, segundo o futuro presidente do Itaú BBA.
A receita de bancos de investimento, como o Itaú BBA, vem da comissão obtida a cada operação realizada no mercado. De janeiro a novembro, o total de comissões no mercado foi de US$ 747 milhões, uma redução de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
A expectativa é que essa "piscina" de receita - ou "fee pool", no jargão de mercado - seja maior em 2019. Mas os executivos do Itaú BBA preferiram não projetar um número.
Parte da estimativa mais positiva para as receitas do Itaú BBA vem das perspectivas para a economia. O Itaú projeta um crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano que vem, quase o dobro do 1,3% projetado para 2018.
O banco também espera a manutenção da taxa básica de juros (Selic) nos atuais 6,5% ao ano até o fim de 2019 e câmbio no patamar de R$ 3,90.
O cenário do Itaú contempla a aprovação de alguma reforma da Previdência pelo governo Bolsonaro no ano que vem, segundo Vassimon.
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