Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Adeus à ostentação?

A nova maneira que os milionários encontraram para gastar as suas fortunas

O padrão de consumo dos magnatas deixaram o conceito de riqueza em uma caixinha bem distante do luxo

Educação, saúde e aposentadoria: os novos focos de ostentação dos muito ricosImagem: Shutterstock

O significado de ser milionário esbarra na boa e velha ideia de ostentação e de consumo de artigos de luxo - como um relógio Rolex ou aquela bolsa exclusiva da Chanel -, certo? Errado!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Novidades no padrão de consumo da parcela mais endinheirada da população colocaram o conceito de riqueza em uma caixinha (bem) distante do luxo. Uma reportagem do site Business Insider mostra que as pessoas milionárias dos Estados Unidos estão gastando mais em itens como educação, saúde, aposentadoria, segurança e privacidade do que nas tradicionais Ferraris e nos iates modernos.

Trata-se de um verdadeiro abandono dos bens materiais na busca pelo exclusivo no campo imaterial. A escritora Elizabeth Currid-Halkett, que lançou o livro "The Sum of Small Things: A Theory of an Aspirational Class." (A Soma das Pequenas Coisas: Uma Teoria de uma Classe Aspiracional), defende a ideia de que mostrar riqueza não é mais o caminho para significar riqueza.

O luxo agora é para todos

Um dos principais fatores que levou a essa mudança de postura foi a expansão do mercado de luxo para as classes menos ricas. A ideia de que um indivíduo hoje pode comprar o mesmo Rolls-Royce que o magnata tornou esse tipo de comércio menos atrativo.

Em resumo, abriu-se uma janela enorme de buscas por itens que trouxesse de volta o padrão exclusivo desses milionários. A solução então foi encontrar artigos que custassem muitas vezes mais do que qualquer bolsa ou relógio que um consumidor de renda média possa comprar. Onde estariam esses artigos? No mundo imaterial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Currid-Halkett chamou esse processo de atalho para a elite valorizar seu "capital cultural", reproduzindo privilégios de uma maneira que o luxo ostentando não poderia. Segundo a escritora, exibições de conhecimento expressam muito bem esse capital cultural.

Leia Também

NÃO EXISTE VAZIO

Apostador desembolsa quase R$ 2 mil para ganhar prêmio milionário na Dia de Sorte; Mega-Sena acumula e Lotofácil pode pagar R$ 10 milhões hoje

POLÍTICA MONETÁRIA

Mercado aposta em corte da Selic, mas pode dar com a cara na porta: “Não há sinalização” para agosto, diz Galípolo

A boa e velha educação

Com essa ideia de expandir o capital cultural, restou aos milionários saídas tradicionais, como a educação. O investimento em um ensino de primeira linha é uma das maneiras pelas quais os ricos agora estão mostrando sua riqueza. Nesta conta entram desde viagens enriquecedoras a Galápagos até a escolha de pré-escolas de alto nível para as crianças. Para se ter uma ideia, em 2014, os 1% mais ricos dos EUA gastaram 860% mais do que a média nacional em educação.

E vale uma nota de que os filhos não são os únicos beneficiados por essa filosofia. Os próprios milionários investem em seus conhecimentos pessoais - tudo isso regado a bons (e caros) cursos especializantes.

Todos para a academia!

Ter (e exibir) o corpo em forma também foi um dos itens que ganharam status de riqueza. Frequentar as melhores academias da cidade entrou na lista de desejos do 1% mais rico da população e, segundo a Business Insider, alguns nova-iorquinos ricos chegam a pagar até US$ 900 por mês por uma academia em Manhattan. E para turbinar o status exclusivo, um rigoroso processo de inscrição, com entrada privada e estúdio de conteúdo para influenciadores de mídia social.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Henrique Meirelles 25 de junho de 2026 - 10:44
copa do mundo seleção brasileira 25 de junho de 2026 - 10:10
Logo Wendy´s 24 de junho de 2026 - 15:46
Em primeiro plano, Flávio Serrano, economista-chefe do Banco BMG. Em segundo plano, Gabriel Galíopolo, presidente do Banco Central do Brasil. Em destaque, a frase: O problema de Galípolo 24 de junho de 2026 - 13:35
ID da foto:1307414278 24 de junho de 2026 - 10:31

PROGRAMA NACIONAL CELULAR SEGURO

Nova fase do Celular Seguro: governo cria banco nacional para rastrear celulares roubados

24 de junho de 2026 - 10:31
cidades - são paulo 24 de junho de 2026 - 9:30
leilão itaú 24 de junho de 2026 - 9:01
Ilustração com bilhete premiado de Mega-Sena em frente ao Teatro Amazonas em Manaus. 24 de junho de 2026 - 6:58
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 23 de junho de 2026 - 16:34
Lanche Hawaiian Airlines 23 de junho de 2026 - 13:13
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar