Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Contas públicas no vermelho

Tesouro estima que resultado primário do ano fique R$ 20 bilhões melhor do que a meta

Governo traça como meta para 2019 um déficit de até R$ 159 bilhões

Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional
Setor público consolidado deve encerrar o ano R$ 42 bilhões melhor do que a metaImagem: Gustavo Raniere

Com o superávit primário de R$ 9,451 bilhões registrado em outubro, o Tesouro Nacional passou a estimar resultados melhores que a meta tanto para o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) quanto para o setor público consolidado (que inclui Estados, municípios e estatais).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com sumário executivo divulgado pelo órgão, o resultado do governo central pode ficar cerca de R$ 20 bilhões melhor do que a meta do ano, que admite um déficit de R$ 159 bilhões. Isso é explicado principalmente pelo "empoçamento" de recursos nos ministérios, que, até outubro, foi de R$ 13 bilhões. São despesas já autorizadas, mas que as pastas não conseguem pagar por questões burocráticas ou por atrasos em obras, por exemplo. A estimativa é que o "empoçamento" chegue a R$ 15 bilhões até o fim do ano. Além disso, o Tesouro prevê um gasto menor do que a programação nas despesas obrigatórias, que deve alcançar R$ 5 bilhões em 2018.

O órgão estima que resultado do setor público consolidado deve encerrar o ano R$ 42 bilhões melhor do que a meta, que admite um déficit de R$ 161,3 bilhões. A projeção é que os entes nacionais tenham um superávit primário R$ 12,4 bilhões acima da meta e as estatais de R$ 9,6 bilhões.

"O possível excesso de resultado primário em relação à meta não diminui o desafio fiscal brasileiro, cuja superação passa por reformas que estabilizem a dinâmica das despesas obrigatórias e pela geração de um resultado primário positivo que coloque a dívida pública bruta do governo geral em trajetória cadente", afirma o documento.

Outubro

O Tesouro atribuiu o resultado positivo de outubro ao aumento da receita (2,6%) que decorreu de receitas do leilão da 4ª rodada de partilha de pré-sal e do crescimento de compensações financeiras, explicado pela elevação na taxa de câmbio e no preço internacional de petróleo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O texto chama a atenção para o fato de o resultado do Tesouro Nacional no ano (R$ 96,9 bilhões) ser o maior dos últimos cinco anos, esforço esse que está sendo consumido pelos déficits crescentes na Previdência Social (R$ 168,3 bilhões até outubro).

Leia Também

FAÇA O QUE DIGO...

Charlie Munger, ex-sócio de Buffett: “a parte mais difícil de ficar rico é economizar e investir os primeiros cem mil”

WEB SUMMIT RIO 2026

Brasil está decolando, mas falta dinheiro: os obstáculos que ainda impedem o país de criar gigantes da tecnologia

"É latente a necessidade de implementação de reformas fiscais estruturais para viabilizar a retomada de uma trajetória de superávits primários", completa, ressaltando que a principal reforma é a da Previdência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
9 de junho de 2026 - 16:30
dinheiro 9 de junho de 2026 - 14:17
Calendário BPC 2026 9 de junho de 2026 - 13:46
9 de junho de 2026 - 11:56
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 9 de junho de 2026 - 11:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar