Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Tacada de mestre

Líder farmacêutica EMS mira compra de gigante na Europa

Se concluída, transação entre EMS e Medis poderia ser a maior já envolvendo uma farmacêutica brasileira no exterior

A Medis é o braço europeu da farmacêutica israelense Teva Imagem: shutterstock

O grupo farmacêutico EMS, do empresário brasileiro Carlos Sanchez, está no páreo para a compra do laboratório europeu Medis, braço da israelense Teva, segundo o "Estado de S. Paulo" desta terça-feira, 2.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A EMS é o maior produtor de medicamentos genéricos do país e está participando com outras empresas estrangeiras e fundos de private equity do processo para adquirir a companhia.

A empresa de Sanchez estaria levantando um empréstimo de cerca de US$ 900 milhões (cerca de R$ 4,2 bilhões) para usar parte dos recursos como garantia para a possível aquisição, segundo uma fonte de mercado.

Com sede na Islândia e fábricas pela Europa, a Medis foi colocada à venda há um ano e está avaliada entre US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão, segundo a agência Bloomberg.

Endividada

Gigante global de medicamentos de genéricos, a Teva está se desfazendo de parte de seus negócios para reduzir seu endividamento. A companhia comprou a Allergan, em 2015, por cerca de US$ 40,5 bilhões. O Citibank está assessorando a Teva nesta operação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Procurados pelo jornal, a EMS e o Citibank não comentaram. A Medis e Teva não responderam aos pedidos de entrevista.

Leia Também

SUPERPRODUÇÃO?

Dark horse: do que se trata o filme sobre Jair Bolsonaro com orçamento de produção internacional para o qual Flavio pediu dinheiro a Vorcaro

CONCORRÊNCIA DESIGUAL?

A ‘taxa das blusinhas’ já era! Como fica o valor final para quem gastar até US$ 50 na Shein e na Shopee

Maior laboratório do País, a EMS, controlada pela holding da família Sanchez, a NC Pharma, encerrou o ano passado com faturamento bruto de R$ 12,2 bilhões. Se consideradas as vendas líquidas, com os descontos já concedidos no varejo, a receita ficou em R$ 4,7 bilhões, apurou o Estado.

Líder no setor, com 8,37% de participação no mercado, a EMS adotou nos últimos anos um plano agressivo de expansão dentro e fora do País. Em 2013, criou a Brace Pharma para atuar no mercado norte-americano por meio de investimentos em medicamentos inovadores. No ano passado, a companhia ganhou licitação para administrar a farmacêutica Galenika, com sede na Sérvia.

Transação de peso

Caso a EMS concluir a negociação da Medis, o negócio será a maior transação envolvendo uma farmacêutica nacional no exterior. Concorrentes nacionais da EMS, como a Eurofarma e a Biolab, também deram importantes passos para a internacionalização de seus negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com fontes do setor farmacêutico, a falta de perspectiva de crescimento no mercado nacional tem levado laboratórios nacionais mais capitalizados a investir no mercado internacional. Entre 2009 e 2012, o setor viveu um boom de investimentos, com importantes multinacionais fazendo pesadas aquisições no Brasil. Foram os casos da americana Pfizer, que comprou uma fatia da Teuto; da francesa Sanofi, que negociou a Medley; e da japonesa Takeda, que levou a Multilab.

Esse movimento, contudo, se inverteu. Pfizer decidiu vender sua parte na Teuto para a própria família fundadora do negócio, enquanto a Takeda vendeu a Multilab seis anos depois de entrar no Brasil para a NC, também de Carlos Sanchez.

Desaceleração

Depois de anos crescendo acima de 10%, o setor farmacêutico nacional sentiu o impacto da crise e reduziu a expansão. O setor deve encerrar o ano com alta entre 8% e 9% nas vendas, movimentando R$ 58 bilhões, além de R$ 20 bilhões em vendas governamentais. O movimento de consolidação deve continuar, mas em ritmo menor que o registrado nos últimos anos. O setor de saúde continuará atraindo investidores, mas os negócios envolvendo a indústria farmacêutica devem perder o ritmo.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem mostra uma peça de carne ao ponto, cortada sobre uma tábua de madeira, com temperos ao redor 13 de maio de 2026 - 10:45

FIM DO CHURRASCO EUROPEU

UE proibirá compra de carnes do Brasil; entenda qual foi a justificativa

13 de maio de 2026 - 10:45
Gabriel Galípolo, Banco Central 12 de maio de 2026 - 12:15
diabo veste prada 2 11 de maio de 2026 - 15:13

O DIABO VESTE PRADA, GUCCI, CHANEL...

‘O Diabo Veste Prada 2’ precisa de apenas 10 dias para superar bilheteria do primeiro filme

11 de maio de 2026 - 15:13
airbnb stj ID da foto:1124285654 11 de maio de 2026 - 14:20
11 de maio de 2026 - 11:55

FIM DO "SABOR CHOCOLATE"?

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates

11 de maio de 2026 - 11:55
dinheiro impostos tributo simples nacional pme empresas 10 de maio de 2026 - 15:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia