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Em carta aos cotistas, equipe escreve que desenvolvimentos otimistas nos preços precisam de cenário externo mais positivo e resolução da eleição de fato, com sinalizações positivas em termos de equipe e execução de uma boa agenda fiscal e de reformas
O cenário que a equipe da Verde, de Luis Stuhlberger, esperava ver se desenrolar ao longo de outubro foi antecipado para a semana pré-eleição. "A grande surpresa foi que esse processo de rejeição à esquerda ocorreu de maneira muito acelerada, especialmente nos últimos dia", constatou na carta a cotistas que acaba de ser divulgada.
A Verde, que administra 26 bilhões de reais, aumentou a exposição a bolsa e reduziu as proteções do fundo ao longo de setembro ao considerar que havia um foco excessivo unidimensional na rejeição ao candidato Bolsonaro. A alta dos últimos dias, entretanto, fez a equipe voltar a olhar para o mercado de forma contida. "A eleição ainda é extremamente apertada, não podemos esquecer", escreveu. "Com os mercados nos preços atuais, parte da assimetria existente – o que considerávamos excesso de pessimismo – desapareceu", somou.
Daqui por diante, segundo a opinião expressa na carta, desenvolvimentos otimistas nos preços de ativos precisam de uma confluência de (i) cenário externo mais positivo e (ii) resolução da eleição de fato, com sinalizações positivas em termos de equipe e execução de uma boa agenda fiscal e de reformas.
Houve também vento contrário do lado global, considerou a equipe da Verde, que vinha se desenvolvendo em uma direção mais construtiva, com sinais de pico do dólar – o que é historicamente bom para emergentes. No entanto, as taxas de juros dos mercados desenvolvidos voltaram a subir de maneira importante, injetando boa dose de risco no curto prazo.
Além de ter aumentado a posição em Bolsa, aproveitando a volatilidade de setembro, a Verde manteve posições em juro real na parte intermediária da curva, as famosas NTN-Bs, com proteção em posições que ganham com o ajuste para cima nos juros americanos.
Em setembro, o Verde teve ganhos no portfólio de ações no Brasil e nas posições tomadas em juros globais. As perdas vieram das posições em juro real e cupom cambial. O saldo foi negativo: queda de 0,3%. No ano, o fundo entrega 3,55%, atrás dos 4,81% do CDI.
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Desde a criação do fundo Verde, em 1997, ele rende 15.134%. Nada mal contra os 2.001% do CDI no período.
Em conversa com o Seu Dinheiro, há duas semanas, Stuhlberger revelou sua tese de investimentos com mais detalhes. Você pode ver aqui.
Para ler a carta da Verde na íntegra, siga por este caminho.
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