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Guinadas na economia

Para Eduardo Bolsonaro, EUA devem ser prioridade nas relações comerciais brasileiras

Deputado federal reeleito disse que pretende fazer do comércio com os americanos sua principal linha de ação

Eduardo Bolsonaro quer dar prioridade para as relações Brasil-Estados UnidosImagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Filho do presidente eleito Jair Bolsonaro e deputado federal mais votado nas eleições de 2018, Eduardo Bolsonaro está empenhado em fazer das relações dos Estados Unidos com o Brasil sua principal linha de ação na Câmara e no governo de seu pai.

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Ele concedeu uma entrevista nesta semana ao jornal Valor Econômico e lá afirmou que sua grande meta é ampliar o comércio com os americanos. Na opinião de Eduardo, a China somente ultrapassou os Estados Unidos como maior parceiro comercial brasileiro por "razões ideológicas". Ele ressalta, porém, que mesmo com a volta dos americanos ao topo, os asiáticos devem sem manter entre os maiores parceiros.

O deputado reeleito também disse que a política de boa vizinhança com o governo de Donald Trump tem tudo para ser a principal bandeira do novo governo. "Imagina só, você destravando esses obstáculos, o quanto que a gente não poderia gerar de emprego aqui, melhorar nossa infraestrutura, por exemplo, para escoar nossos produtos agrícolas".

Tour do esclarecimento

O pontapé inicial desse projeto aconteceu algumas semanas atrás, quando Eduardo viajou aos Estados Unidos com a missão de "vender" a equipe de Bolsonaro para os gringos. Ele disse ter ouvido queixas dos americanos sobre as dificuldades para investir no país e os alertou que a reforma da Previdência talvez não saia do papel.

De acordo com o deputado, os americanos estão curiosos para saber as transformações que o novo governo está fazendo no País. "Por vezes há uma carência de informação. Nem sempre a informação chega até lá ou, se chega, não chega fidedigna", explicou.

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