🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Tensões entre gigantes

Para Mourão, o Brasil tem que ‘tirar o melhor proveito’ do conflito comercial entre Estados Unidos e China

Vice-presidente eleito falou com empresários de engenharia nesta quinta-feira e comentou que o mundo vive um momento de insegurança

Mourão se encontrou com empresários do setor de infraestruturaImagem: Shutterstock

O Brasil deve tentar "tirar o melhor proveito" da guerra comercial entre China e Estados Unidos, disse nesta quinta-feira, 29, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, em evento promovido pela Associação Nacional das Empresas de Engenharia Consultiva de Infraestrutura de Transportes (Anetrans).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, o mundo vive um momento de insegurança por causa da disputa entre as duas potências mundiais, além do que ele chamou de "movimentos do presidente da Rússia, Vladimir Putin, para restabelecer a posição da antiga União Soviética", do Brexit e da crise migratória que assola a Europa.

"Perpassando tudo isso, temos a questão do narcotráfico", afirmou. Ele disse que estão ao lado do Brasil os principais países produtores de droga do mundo. O País é rota de passagem. "E isso gera a violência que atinge a todos os países do mundo", afirmou. Esse é motivo de grande intranquilidade da população, segundo o general.

Para Mourão, o Brasil tem dificuldade em transformar seu potencial em poder, seja pelas escolhas e estratégias erradas que adotou, seja pelo excesso de regulamentação.

Falando em regras e taxas...

Mourão aproveitou sua fala para alfinetar o sistema tributário brasileiro. Segundo o vice eleito, o regime de impostos atual é uma "bola de ferro amarrada no pé de cada empreendedor". Ele afirmou que a ideia do novo governo é simplificar e, num segundo momento, reduzir alíquotas "de modo que todos entrem na base de pagamento".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ponto abordado por Mourão foi o do equilíbrio fiscal. Ele defendeu que o governo gaste o que arrecada e enfatizou que o Brasil vai fechar o quinto ano consecutivo no vermelho.

Leia Também

O CRONOGRAMA DO RESGATE

O que acontece com o dinheiro de quem apostou nas bets após a proibição do governo

MIX DE SENTIMENTO

Ibovespa ainda pode subir quase 20%, mas investidores estão com pé atrás; Safra explica o motivo

Para o vice-presidente eleito, a economia brasileira precisa primeiro se recuperar para depois se expor ao mundo. "Investimentos estrangeiros são bem-vindos, mas desde que sejam capital de risco", disse ele, frisando as duas últimas palavras. "Não queremos empréstimo puro e simples", afirmou. "Esse filme a gente já viu e sabe que não dá certo."

A política econômica vai se pautar também pelo plano de "privatizar o que pode ser privatizado" e "desregular o País, libertar o animal". Para ele, o excesso de regulação dificulta o empreendedorismo e tolhe a sua capacidade de progredir. O general listou ainda a aceleração nos processos de registro de propriedade intelectual.

Pelo lado do governo, Mourão afirmou que se buscam "novos padrões de governança", com uso de tecnologias digitais, estabelecimento de metas, monitoramento. Ele mencionou ainda a comunicação de governo, com uso das redes sociais, para explicar à sociedade o que o governo está fazendo. "O presidente é mestre nisso", comentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro fundamento são as relações baseadas na confiança e no contrato. "Não vai haver confiança se não há um bom ambiente de negócio e não há segurança jurídica", afirmou. Sem isso, avaliou, "ninguém vai investir."

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar