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2019-04-04T14:42:45-03:00
Expansão

Carrefour quer crescer em lojas de proximidade

Presidente da rede no Brasil, Noël Prioux, reafirmou a previsão de investir no ano que vem R$ 2 bilhões em lojas de proximidade e comércio eletrônico

4 de dezembro de 2018
6:51 - atualizado às 14:42
Carrefour Express
Imagem: shutterstock

Depois de focar no segmento de atacarejo, onde detém 34% do mercado com a bandeira Atacadão, o Carrefour vai colocar o modelo de lojas de proximidade no radar dos investimentos em 2019. A empresa estima um potencial de 400 pontos em 13 Estados, onde há mercado suficiente para abrir lojas menores nos próximos anos com as bandeiras Carrefour Market, Carrefour Express e Carrefour Bairro.

Nessa segunda-feira, 3, o presidente da rede no Brasil, Noël Prioux, reafirmou a previsão de investir no ano que vem R$ 2 bilhões - um pouco acima do que foi aplicado neste ano (R$ 1,8 bilhão), em atacarejo, lojas de proximidade e comércio eletrônico.

O plano da companhia é abrir 20 lojas de atacarejo em 2019, o mesmo número de 2018. Metade será inaugurada em praças onde a empresa já está. A outra metade em cidades novas, com cerca de 140 mil habitantes. Nos formatos de proximidade, a empresa não revela a quantidade de pontos de venda para o ano que vem nem a localização. Em 2018 foram sete novas lojas Carrefour Express e 11 lojas do Carrefour Market. As três bandeiras de proximidade somam 168 lojas.

Conveniência

Após um ano de ajustes no modelo, a empresa estuda acelerar a expansão das lojas de proximidade, possivelmente no segundo semestre de 2019. “Há boas ideias e esperamos mais alguns meses para entender esse formato. Se confirmado o resultado que estamos obtendo, pode ser um momento de acelerar”, disse Prioux. Segundo ele, o modelo de proximidade tem desafios e poucas empresas conseguem geri-lo bem. “Por isso, preferimos tomar tempo antes de decidir por acelerar”, destacou.

O Carrefour detectou que conveniência é uma prioridade do consumidor. E esse formato não canibaliza as vendas de outros tipos de loja. A prova disso é que hoje 27% dos clientes do Grupo já compram em mais de um formato de varejo.

Vendas on-line

Após o relançamento do comércio eletrônico em 2016, as vendas online, que já foram prioridade para companhia neste ano, serão também em 2019. O foco será implementar o marketplace e as vendas online de alimentos. Até o terceiro trimestre, o faturamento do varejo online da companhia mais que dobrou em relação ao ano anterior, enquanto o mercado avançou 8% no mesmo período, segundo dados da E-bit, consultoria especializada em dados do varejo online. O comércio eletrônico foi o segmento de varejo que mais cresceu na Grupo neste ano.

*Com Estadão Conteúdo 

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